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Desenvolvimento das plantas angiospermas

O desenvolvimento de uma angiosperma acontece logo após a fecundação, mas saiba todo o processo através deste artigo passo a passo. Acompanhe esta interessante matéria!

     

Angiospermas ou angiospérmicas ( do grego “angeos” bolsa e sperma “semente“) são plantas espermatófitas cujas sementes são protegidas por uma estrutura denominada fruto. São o maior e o mais moderno grupo de plantas, agrupando cerca de 230 mil espécies.

Características

A primeira divisão da angiosperma se destaca pelas flores e sementes ( fanerógamas) e a segunda como gimnospermas, que possuem sementes dentro de escamas em não em um ovário.  A flor corresponde a uma estrutura formada por vários elementos, cujo o objetivo principal é a reprodução da espécie. Em geral, ao observar uma flor desse gênero, identifica-se os seguintes componentes: pedúnculo, receptáculo, cálice, corola, androceu e gineceu.

Elas possuem uma grande variedade de espécie.

Flores Angiospermas (Foto:Divulgação)

Elas são representadas por uma única divisão, Anthophyta. Apesar disso elas possuem grande diversidade, apresentando cerca 230 mil espécies que podem ser encontradas em diversas regiões do planeta. E mesmo sendo representada por uma única divisão, ela possui dois grupos de caracterização:

> Dicotiledôneas:  se caracterizam por apresentar um embrião com dois cotilédones ou folículos.

> Monocotiledôneas: possui um único cotilédone no embrião.

Reprodução

As angiospermas, assim como outros grupos vegetais, se caracteriza pelo ciclo de vida que  alterna de geração em geração e neste ciclo podemos encontrar a:

* Geração diplóide: onde o  esporófito se reproduz por meio de esporos.

*  Geração haplóide: onde o gametófito se reproduz por meios de gametas.

Ela libera o seu polén, que fecunda na terra, que se reproduz novamente.

Ciclo Reprodutor (Foto:Divulgação)

Nas fanerógamas, a alternância de gerações quase não é evidente, já que o gameta surge na flor do esporófito e o gametófito é reduzido tendo uma curta duração se comparado ao esporófito.  Já nas briófitas e nas pteridófitas, o gametófito é uma estrutura independente, sendo fotossinteticamente ativa.

Fecundação

A fecundação depende da transferência dos grãos de pólen desde as anteras até a abertura superior dos carpelos. Tal processo denomina-se polinização, que depende de um meio de transporte para os grãos de pólen.

Observação:

* Quando o meio utilizado for o vento, a polinização denomina-se anemofilia.

* Quando for um inseto, vai ser chamado de entomofilia.

* Quando for através de uma ave será chamado de ornitofilia.

As angiospermas também podem ser denominadas de sifonógamas pelo fato dela participar do tubo polínico no encontro dos gametas masculinos e femininos. E para que a fecundação ocorra até o final, é necessário que o tubo polínico libere duas células espermáticas. O conjunto formado pelo embrião corresponde à semente que é derivada da fusão dos gametas masculinos e femininos e também de tecidos do óvulo. Portanto,  ela contém tanto células do novo como do antigo esporófito. Mas atenção, pois a semente é uma estrutura temporária que só serve para proteger o embrião contra a falta de água e a ação de predadores.

E quando a semente é liberada da planta e atinge o solo em condições favoráveis para o seu desenvolvimento, ela sai do estado de dormência e começa a germinar, constitui uma plântula que acaba originando uma  nova planta.

Algumas espécies, reproduzem o fruto.

Angiospermas (Foto:Divulgação)


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