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Empréstimo com garantia de imóvel

O financiamento está cada vez mais tentador. Imagine só, oferecer o seu imóvel como garantia de pagamento para que possa montar algo rentável? Leia este artigo e fique por dentro do assunto, saiba como tudo funciona de acordo com a lei.

     

Oferecer a casa para garantir um empréstimo feito ao banco ou em alguma financeira , talvez não seja a melhor das opções, pois o imóvel é um bem assegurado pelo resto da vida, mas pensando por outro lado, às vezes há necessidade de montar algo mais rentável que pode vir a dar certo. E agora, o que fazer?

Esse tipo de empréstimo permite que o cliente tenha dinheiro para qualquer tipo de finalidade, sendo que as taxas de  juros podem ser menores do que as outras opções existentes. Realmente é uma verdadeira tentação, mas nestes casos é preciso tomar cuidado com a inadimplência, para que o imóvel não seja retido pelo banco.

Veja os riscos que esta correndo ao fazer isso.

Crédito em troca da casa própria, será que realmente compensa? ( Foto:Reprodução)

Como funciona

 Para ter acesso ao crédito é necessário um imóvel próprio, que será avaliado pela empresa credenciada no sistema. E o ponto de avaliação primordial deles é o valor que não pode passar dos R$300 mil e também o carnê do IPTU. Fora isso eles também podem pedir uma lista de documentos e comprovações do candidato para que possa realizar a retirada do dinheiro.

Entre os principais atrativos estão: 

* Prazo de até 30 anos para pagar;

* O limite máximo do valor emprestado;

Observação: há empresas que chegam a emprestar cerca de R$ 1,3 milhão limitado a 50% do valor do imóvel ou até mais. Mas tudo irá depender do banco que escolher e também o valor proposto por eles. Nestes casos, os imóveis podem ser de uso comercial também.

Riscos

Os riscos tragos por estes trâmites podem ser grandes, afinal de contas trata-se de um bem adquirido ao longo de anos com muito esforço. Por isso o Procon pede para que o cliente analise todas as linhas de crédito disponíveis no mercado antes de tomar qualquer decisão. O Procon também pede para que o consumidor procure saber qual é o custo efetivo total da operação, pois o custo do cartório e de outros serviços não devem ser desempenhados por eles.

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