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Quem retira o útero para de menstruar

Saiba nesta matéria quais os fatores que levam a mulher a retirar o útero, porém isso vai depender muito do estado clínico em que se encontra. Tire sua dúvida se a mulher continua a menstruar ou não com a retirada do útero.

     

Para que aconteça a retirada do útero é preciso que a mulher esteja com alguma doença ( fibrose uterina, cânceres de colo do útero, ovário e  endométrio. Tumores no útero, inflamação grave do revestimento do útero e infecções crônicas graves). Caso ela esteja com alguma delas, o médico vai aconselha-lá á fazer a retirada do útero, o processo é chamado de  histerectomia.

E fazendo tal procedimento, a mulher não terá mais o ciclo menstrual, não irá mais sangrar todo mês. Porém, ela pode passar por alguns desconfortos e um deles é o sangramento repentino. Quem fizer a retirada do útero deve ficar ciente que isso pode vir acontecer.

 Mulheres, fiquem atentas, as doenças citadas acima nem sempre aparecem em um exame normal. Por tanto, se sentirem certo desconforto, fiquem atentas, principalmente durante o período menstrual. Vá seu médico e peça para que ele faça uma analise mais profunda do caso. Se providencias não forem tomadas você corre o risco de ter o útero retirado por causa da doença e não poderá engravidar mais.

Faça a cirurgia somente se necessário. Veja se o seu caso, não possui tratamento.

Na imagem, veja a parte uterina que é retirado caso a mulher tenha alguma doença de quadro irreversível.
(Foto Reprodução)

Atenção, algumas destas doenças nem sempre aparecem em quem está com idade mais avançada. Por exemplo, a endometriose. Fiquem atentas quanto a isso. Teve um sangramento fora do comum, com vários pedaços de sangue, ou sente muita cólica? Procure o médico ginecologista imediatamente.

Voltando á  histerectomia, cirurgia é realizada para retirada total do útero (corpo e colo) ou o subtotal, quando só o corpo é retirado. Caso somente o subtotal é retirado,  pode ser que a mulher ainda menstrue. Por tanto, o caso pode variar de acordo com a precisão de cada mulher.

A cirurgia é feita 75% por via abdominal e os outros 25% pela vagina. A paciente recebe anestesia geral e só pode voltar a ter relações após oito semanas. Além disso ela pode passar por diversos desconfortos, como: infecções, sangramento, problemas nos órgãos mais próximos, incontinência urinária, suores noturnos e alterações de humor.

E além desses, a mulher pode sofrer com o efeito da anestesia: náuseas, vômitos, sonolência, tonturas e cefaleia. E o tempo de recuperação, quase que total da cirurgia, é de aproximadamente de quatro á seis semanas. Por tanto a mulher que fizer essa cirurgia tem de ficar de repouso para que não aconteça nada de ruim.

Nem sempre tudo vai embora, junto com o útero. No caso do câncer, por exemplo, pode acontecer dele se alastrar para outro órgão.

Caso sinta desconforto em demasia procure o médico de imediato e faça novos exames.
( Foto Reprodução)

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