Primavera Árabe- Resumo

O Nome Primavera Árabe, foi a expressão adotada para designar os protestos e revoluções que aconteceram nos países Árabes, no final do ano de 2010, mas precisamente, no Oriente Médio e no Norte do Continente Africano. Tal ação, não é um evento assim como muitos pensam, muito pelo o contrário, ela é uma estação do ano, que marcou o período de transformações, tanto política como na história.

E tudo isso teve início em dezembro de 2010, na Tunísia, quando um jovem, morador do local, cujo o nome é Mohamed  Bouazizi, foi julgado de ter teado fogo em seu próprio corpo, para protestar o poder dos ditadores. Tal ato de brutalidade com a própria vida, fez com que  população acordasse e fosse para as ruas, para tentar tirar os ditadores do poder, para que enfim, pudessem ter uma vida mais digna e coerente como há dos de mais países.

Motivações

O que movia os protestos e revoluções, era o descaso, porém cada área tentava defender a sua maior prioridade. Como por exemplo, os protestos de índole social, que era o caso da Tunísia, foram causados por fatores demográficos estruturais, ou seja, devido as condições de vida promovidas pelo desemprego, por causa do governo repressor.

Mas não para por aí, outras causas que levaram há todos os países se juntarem em prol do fim, da ditadura de alguns mandantes, foi: as más condições de vida, desemprego, injustiça política e social dos governos, falta de liberdade na alta militarização dos países e falta de infraestrutura, assim como a Tunísia reclamava.

Queda dos ditadores.
Devido ao ato de um jovem, diversas pessoas começaram agir em prol de verdadeiras melhorias.
Foto Divulgação
Fonte: http://fazendohistorianova.blogspot.com.br/2012/10/primavera-arabe.html

A queda

O primeiro ditador a ser derrubado foi o Zine El Abidini Ben Ali, o que fez, com que a revolução ganhasse peso e se alastrasse, entre outros países, como: Líbia, Egito. Argélia, Lêmen, Marrocos, Bahrein, Síria, Jordânia e Omã. E como tudo que foi planejado pelos rebeliões estava dando certo, os países que se uniram nessa batalha, começaram a compartilharam técnicas de resistência civil, para sobrevivência maior em seus próximos ataques.

E o que mais chamava atenção na luta contra a queda dos ditadores, era as campanhas, que acabavam sendo voltadas para: greves, manifestações, passeatas, comícios e outros, mas principalmente em conseguir ajuda dos países próximos, pois sabiam que sozinhos não conseguiriam exatamente nada. E para que isso acontecesse, para que eles conseguissem chamar a atenção de todos, se organizar,  comunicar, sensibilizar a população e o mundo, e obter resultados positivos, eles usavam diversos tipos de mídias, pois assim, conseguiam chamar a atenção de todos, de uma única vez.

No final de tudo eles conseguiram tirar quatro ditadores do poder. E logo após tudo isso, aconteceu uma transição para novas democracias, na Tunísia e no Egito, fazendo assim, com que novas eleições acontecessem no ano de 2011. E o ganhador do mesmo, foi os islâmicos moderados, pois conseguiram arrecadaram o maior número de votos.

Enfim, hoje em dia a Tunísia é apontada como um dos países que tem chance de adotar o regime democrático e obter sucesso no mesmo. Já o Egito continua sendo comandado por militares, que vigiam a entrada e saída  dia e noite de todos os moradores e turistas. Quem vive ali, não tem direito algum de liberdade de expressão política.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.

Sair da versão mobile