Astigmatismo sintomas

O astigmatismo é uma deficiência visual, decorrente da formação irregular do cristalino ou da córnea, a partir dessa irregularidade a córnea fica com a curvatura mais ovalada. Essa irregularidade forma uma imagem em diversos focos, ambas se encontram em eixos diferenciados. O astigmatismo é hereditário e geralmente pode ocorrer em conjunto com a hipermetropia ou a miopia.

Normalmente, os sintomas do astigmatismo podem variar dependendo da atividade da visão e do grau. Sendo que a intensidade dos mesmos também podem ser variáveis, essa variação ocorre devido a gravidade e também do esforço visual. Segue logo abaixo os principais sintomas do astigmatismo, lembrando que quando o astigmatismo é brando, ele é assintomático.

Principais sintomas:

  • Visão borrada
  • Visão destorcida
  • Visão embaçada
  • Astenopia
  • Fadiga
  • Dor de cabeça
  • Sensação de ardor nos olhos
  • Hiperemia conjuntival

São existentes diversos tipos de astigmatismo, por isso, caso os sintomas sitados logo acima se manifestem é indicado procurar a orientação de um oftalmologista, pois o mesmo poderá orientar os tipos de exames adequados, e indicar o tipo de tratamento adequado para fazer a correção do astigmatismo. Ressaltando que os principais tratamentos para a correção do astigmatismo, são:

  • Óculos
  • Lentes de contato
  • Cirurgia refrativa.

Plaquetas baixas sintomas

As plaquetas, também denominadas como trombócitos são corpúsculos anucleados que estão presentes na corrente sanguínea e são formados a partir da megacaracitopoiese que ocorre na medula óssea. As plaquetas possuem um formato discoidal, e as mesmas são provenientes da fragmentação citoplasmática de megacariócitos.

Normalmente, as células podem dar origem a cerca de aproximadamente 2 a até 80 mil plaquetas, em um período de aproximadamente 4 a 12 dias. A trombopoetina, um hormônio produzido no fígado, estimula a produção das plaquetas.

Muitos fatores podem ocasionar ou contribuir de forma significativa para a diminuição do nível de plaquetas no sangue, sendo que esses fatores podem ser hereditários ou adquiridos. Nos fatores hereditários, as causas mais comuns da diminuição do nível de plaquetas no sangue são as síndromes, sendo elas síndrome de Fanconi , síndrome de Wiskott-Aldrich e síndrome de Bernard Soulier.

Entre as causas adquiridas, que contribuem para a diminuição do nível de plaquetas do sangue, pode-se ressaltar doenças auto-imunes, anemias magaloblástica, anemias aplásica, coagulopatias de consumo, leucoses, malária, púrpura trombocitopênica idiopática secundária entres outros.

Os sintomas que se manifestam quando as plaquetas no sangue estão baixa, são:

  • Sangramento
  • Tonturas
  • Manchas roxas ou esverdeadas em determinadas regiões do corpo.

Ferritina alta sintomas

A ferritina é uma proteína produzida no fígado, essa proteína exerce a função de armazenar ferro no organismo. Geralmente essa proteína pode passar de seu estado normal para um nível elevado quando o indivíduo passa por longos períodos de má-nutrição, ou durante um processo doentio.

Normalmente, a ferritina é utilizada como marcador para desordens relacionadas ao nível elevado de ferro, entre essas desordens de sobrepeso de ferro, destaca-se a hemocromatose, porfiria e hemossiderose.

É importante ressaltar que o ferro é um elemento essencial para manter o bom funcionamento do organismo e consequentemente do corpo. Más para que o mesmo exerça as suas funções de maneira adequada é necessário consumir porções tidades equilibradas. O ferro exerce a função de formar novas hemácias (glóbulos vermelhos), sem um estoque de ferro o corpo não consegue produzir hemácias, consequentemente resultando, em um estado de anemia por carência de ferro.

Os sintomas do nível elevado de ferritina no sangue podem variar, sendo que essa elevação do nível de proteína pode afetar diversos órgãos vitais, tais como, fígado, pâncreas, de maneira geral a elevação do nível da proteína pode causar consequências distintas para cada parte do corpo.
Coração: o nível elevado de ferritina pode causar insuficiência cardíaca;
Fígado: o nível elevado de ferritina pode causar cirrose;
Glândulas: o nível elevado de ferritina pode causar mau funcionamento e desequilíbrios ou problemas na produção hormonal;
Pâncreas: o nível elevado de ferritina pode causar diabetes;

Sífilis sintomas

A sífilis é uma doença infecciosa e contagiosa ocasionada pela bactéria Treponema pallidum. A sífilis pode ser transmitida principalmente através de relações intimas sem a utilização de nenhum tipo de método de barreira (preservativo), com parceiro (a) infectado pelo vírus da doença. A sífilis também pode ser transmitida mãe para feto, essa é a denominada sífilis congênita.

Normalmente, os sinais e sintomas da sífilis podem variar de acordo com o estágio da doença. Geralmente a sífilis pode ser dividida basicamente em três estágios, sendo, o primeiro estágio, segundo estágio (denominado como sífilis secundária) e o terceiro estágio, que é o estágio de latência da doença. Segue logo abaixo os sinais e sintomas de todos os estágios da sífilis.

1° Estágio sinais e sintomas:
vesículas de pequeno porte, com coloração avermelhadas e indolores, essas vesículas são denominadas como “cancro”. Geralmente essas vesículas acometem a região próxima aos órgãos genitais, entretanto, as mesmas ainda possam estar presente/surgir em qualquer outra região do corpo.

Observação: Não havendo o tratamento adequado da doença, a mesma evoluirá para o segundo estágio ( sífilis secundária).

2° Estágio (sífilis secundária) sinais e sintomas:

  • Febre;
  • Corpo dolorido;
  • Fadiga;
  • Cefaleia;
  • Falta de apetite;
  • Gânglios linfáticos inchados;
  • Perda notória de cabelos;
  • Presença e crescimento de verrugas com aspecto de couve-flor na região em volta do ânus;
  • Presença de feridas e cascas por todo o corpo (exantema).

3° Estágio:
O terceiro estágio da sífilis, é um estágio de latência. Durante o estágio de latência, mesmo que o indivíduo não tome as medicações (orientadas pelo médico), os sintomas irão desaparecer, durando um período indeterminado.

Anemia falciforme sintomas

A anemia falciforme está presente no indivíduo desde o seu nascimento (congênita), ressaltando que em alguns bebês a anemia falciforme não manifeste nenhum sintoma até o quarto mês de idade. Normalmente, os sintomas e sinais da anemia falciforme são variáveis. Sendo que em alguns indivíduos a anemia falciforme apresenta sintomas moderados, e em outros a doença apresenta sintomas mais severos.

Os principais sinais e sintomas que mais acometem indivíduos com anemia falciforme são:

  • Fadiga;
  • Pele pálida;
  • Falta de fôlego;
  • Dores no peito;
  • Tontura;
  • Mãos e pés frios;
  • Cefaleia (dor de cabeça);
  • Dor súbita por todo o corpo (essa dor é denominada como crise falciforme), normalmente essa dor aeta os ossos, articulações, pulmões e abdômen;

A dor da crise falciforme pode ser classificada entre aguda ou crônica. Entretanto, a dor aguda é por vezes mais comum e pode variar a sua intensidade entre dor moderada a dor muito forte, chegando a durar períodos indeterminados, que pode variar entre horas ou dias.

Já a dor crônica normalmente, se manifesta por períodos mais prolongados, durando semanas ou até meses. Quando o indivíduo que possui anemia falciforme e não se hidrata de maneira adequada, a crise falciforme se torna mais propicia.

HIV sintomas iniciais

HIV é uma doença infecciosa, que ocasiona a perda da imunidade progressiva, o que normalmente, ocasiona em tumores malignos, infecções graves e outros tipos de manifestações. Esse tipo de infecção é ocasionado pelo vírus da imunodeficiência humana.

Normalmente, o vírus da imunodeficiência humana passa por um processo de incubação no organismo do indivíduo infectado, esse período de incubação pode variar de semanas a até meses. Após a contaminação, os sintomas da doença se manifestam em até um ano.

Sendo que os sintomas podem variar de acordo com a evolução da doença, ressaltando que a mesma pode ser dividida em basicamente três fases, segue logo abaixo as fases e os sintomas apresentados nas mesmas.

Fases e os principais sintomas que se manifestam nas mesmas:
Infecção aguda (1° Fase):
Essa infecção normalmente, surge em um período de aproximadamente 15 a até 30 dias após a contaminação com o vírus da imunodeficiência humana, os principais sintomas apresentados nessa fase são: cefaleia, perda excessiva de peso, febre, dor de garganta, calafrios, dores musculares e nas juntas, indisposição (causando desconforto, sensação de fraqueza e fadiga), perda de apetite, feridas genitais, diarreia, náuseas, vômitos, feridas nos órgãos genitais, manchas e ínguas na pele, geralmente as mesmas desaparecem após um determinado período.

Infecção assintomática (2° Fase):
Essa infecção pode durar períodos variáveis, de meses a anos e nessa fase a doença é assintomática (não manifesta sintomas).

Doença sintomática (3° Fase):
Nessa fase a doença indivíduo infectado vai perdendo sua imunidade, e a partir de então algumas doenças oportunistas e tumores raros vão acometendo o mesmo .

A contaminação do vírus da imunodeficiência pode acontecer das seguintes formas:

  • Transfusões de sangue;
  • Contato com sêmen infectado;
  • Doação de órgãos;
  • Inseminação artificial;
  • Relações intimas sem o uso de nenhum tipo de método de barreira (preservativo);
  • Uso de droga injetável, geralmente os usuários compartilham seringas, e a partir de então entram em contato com sangue contaminado e são infectados;