O soro antiofídico é obtido/preparado basicamente a partir de anticorpos do sangue do cavalo. O processo de preparação do soro antiofídico, se consiste na aplicação de pequenas doses de veneno no animal. Neste período/processo de envenenamento o organismo do cavalo trabalha produzindo anticorpos, que se consistem em agir contra o veneno.
Após um determinado período o animal sofre sangria, sendo assim os anticorpos começam a ser separados pelo processo de centrifugação do sangue, logo em seguida se inicia o processo de liofilização, processo esse que se consiste em fazer toda a remoção de água, logo após o soro antiofídico é armazenado.
Tipos de soros antiofídico produzidos no Brasil: Soro Antilaquético-
Utilizado contra acidentes de surucucu;
Soro Antibotrópico-
Utilizado contra acidentes de jararacas;
Soro Antielapídido-
Utilizado contra acidentes de cobra-coral;
Soro Anticrotálico-
Utilizado contra acidentes de cascavél;
Soro Antibotrópico-laquético-
Utilizado contra acidentes com surucucus e cascavéis;
Soro Anticrotálico-botrópico-
Utilizado contra acidentes com jararacas e cascavéis;
ExaltaSamba é um grupo de pagode que conquistou fãs de diversas faixa etárias, em todo o mundo. O grupo de pagode vem a cada dia inovando com suas canções, oferecendo ao público uma grande diversificação nas letras das suas canções e também no ritmo das mesmas, tendo em seu repertorio desde canções com um ritmo mais agitado, há canções com letra e ritmo romântico.
O violão é um instrumento muito interessante, más para quem não sabe manuseá-lo (tocar) ele se torna bastante complexo, devido a suas diversas cordas, ambas com capazes de produzir notas musicais. Segue logo abaixo a nomenclatura identificando a sequência de cordas do violão.
Observação:
É importante ressaltar que um violão normal possui 6 cordas, sendo que as 3 primeiras são chamadas de “primas’ e as 3 últimas são chamadas de “bordões”. Lembrando que a contagem das cordas do violão é feita de baixo para cima.
Sequência de cordas do violão – 3 cordas mais finas –
1ª Corda do violão- Possui um som mais agudo, a mesma tocada solta tem como som musical a nota E (MI).
2ª Corda do violão- tocando ela solta tem como som musical a nota B (SI);
3ª Corda do violão- tocando ela solta tem como som musical a nota G (SOL)
Essas são as cordas denominadas como “primas” (contagem de baixo para cima).
3 cordas mais grossas –
4ª Corda do violão- tocando ela solta tem como som musical a nota D (RÉ);
5ª Corda do violão- tocando ela solta tem como som musical a nota A (LÁ).
6ª Corda do violão- essa é a corda mais grossa e que possui som mais grave, tocando ela solta tem como som musical a nota E (MI).
Essas são as cordas do violão que são denominadas como “bordões“.
O basquetebol conhecido popularmente como basquete, surgiu nos Estados Unidos em meados do ano de 1891. James Naismith foi o criador do basquetebol, e o mesmo era professor de Educação Física da Associação Cristã de Moços no estado de Massachusetts- EUA, mais precisamente em Springfield.
A primeira partida da história do basquetebol ocorreu no ano de 1892, mais precisamente no dia 20 do mês de janeiro. Para realizar a partida foram formadas duas equipes, ambas faziam parte da Associação Cristã de Moços de Springfield. Essa partida/jogo de basquete não foi presenciada pelo público, então sendo considerada como uma partida interna.
A primeira partida presenciada pelo publico acorreu no dia 11 do mês de março no mesmo ano de 1892, cerca de aproximadamente 200 pessoas prestigiaram o evento, onde o time dos alunos da Associação Cristã de Moços venceram o time dos professores por um placar de 5 a 1.
Durante um período de cerca de aproximadamente dois anos, os jogos de basquete eram realizados apenas na Associação Cristã, sendo assim as regras ficavam restritas a este local. Em meados do ano de 1894, os profissionais da União Atlética Amadora tomaram conhecimento da nova modalidade esportiva (basquetebol) e então resolveram formalizar regras ao mesmo. Em meados do ano de 1896, foi realizado o primeiro jogo de basquetebol feminino.
Nos primeiros anos de formação e aperfeiçoamento da pratica esportiva, ainda não havia uma bola específica para tal modalidade. Sendo assim as partidas de basquetebol eram realizadas com uma bola de futebol. Porém em meados do ano de 1894, uma empresa de Massachusetts, a Chicope Falls, elaborou e desenvolveu a primeira específica para a tal modalidade esportiva “a bola de basquete”.
No inicio do século XX a modalidade esportiva (basquetebol) começou a se expandir por todo o mundo. Á partir de então as Federações e Ligas começaram a organizar campeonatos, fazendo com que o esporte se tornasse popular, começando até a fazer parte dos Jogos Olímpicos. E até os dias atuais o basquete é uma modalidade esportiva praticada no mundo todo.
O entrudo (atual carnaval) chegou ao Brasil em meados do século XVII, a comemoração festiva teve uma grande influencia das festas carnavalescas que ocorriam na Europa, principalmente em países como a França e a Itália, onde a comemoração acontecia em formas de desfiles urbanos, e os carnavalescos geralmente usavam fantasias e máscaras.
Em meados do século XIX, começaram a surgir os primeiros blocos carnavalescos, os “corsos” e os cordões no Brasil. As pessoas/carnavalescos se fantasiavam, improvisavam a uma decoração para os seus carros e em grupos os mesmos iam para as ruas da cidade desfilar (essa é a origem dos carros alegóricos, que nos dias atuais são típicos das escolas de samba).
Em meados do século XX, o carnaval foi tomando expansão se tornando então uma festa popular. O crescimento da comemoração carnavalesca se deu principalmente pela popularidade das marchinhas, pois as mesmas tornavam o carnaval cada vez mais animado.
A primeira escola de samba brasileira surgiu no Rio de Janeiro, a escola de samba se chamava Deixa Falar (atual Estácio de Sá), a mesma foi criada por Ismael Silva um popular sambista carioca. Á partir dai o carnaval urbano começou a ganhar um novo formato, surgindo então novas escolas de samba na cidade do Rio de Janeiro e na cidade de São Paulo. E também nas cidades de Recife e de Salvador.
Nas nações/tribos indígenas as lendas e histórias são de extrema importância, e as mesmas são passadas de geração em geração e são utilizadas para doutrinar os índios jovens e arredios. Há relatos de que muitas dessas lendas indígenas foram criadas a partir de fatos verídicos.
Muitas dessas lendas indígenas se referem há fauna e a flora da região indígena, pois segundo as crenças indígenas, tanto os animais como as plantas, igarapés, cachoeiras, lagos, rios e mar, possuem os seus protetores. Segundo as mesmas crenças esses protetores costumam exigir respeito. Outras crenças indígenas estão relacionadas a caciques e outros tipos de membros de tribos indígenas. Segue logo abaixo algumas lendas indígenas.
O Boto –
O Boto é considerado como um dos habitantes mais importantes do Rio Amazonas, sendo considerado ainda como um animal encantado. Diz a lenda que nas altas horas da noite, mas propriamente à meia noite, o boto se transforma em ser humano. Ao virar ser humano, o boto se veste com uma roupa branca e usa um chapéu para ocultar a abertura no alto da sua cabeça.
O Boto-homem aparece nas festas tão elegante que seduz e encanta as donzelas. Ele dança a noite inteira com a mais bonita e mais jovem, a convida para passear e antes de acabar a madrugada ele pula na água e volta a sua forma de peixe. Antes de voltar a sua forma de peixe o boto sempre deixa a moça gravida.
O Caipora –
Diz a lenda indígena que o caipora é um menino de estatura pequena, de pele escura, cabeludo, bastante rápido e muito feio, que vive fumando um cachimbo, e sua principal função é proteger a fauna da floresta, os igarapés, os rios e as cachoeiras. A lenda ainda relata que o caipora vive sondando as florestas e matas montado em um porco espinho, espantando os caçadores.
O Cairara –
Diz a lenda que na tribo dos Bororós havia um pajé que esbanjava sabedoria. Embora muito sábio o pajé vivia triste, por ser gordo e porque as pessoas o chamavam de cairara. Então certo dia, ele descobriu uma erva, essa erva normalmente era comida pelos macacos e a mesma os conservavam sempre esbeltos e ágeis. Sendo assim o Cairara resolveu preparar um chá com a tal erva, após preparar o chá feito da erva, o Cairara ingeriu a porção durante sete dias.
O Cairara ficou esbelto e com os cabelos alongados e finos, e as suas pernas encolheram. O Cairara vendo tantas mudanças se assustou e com percebeu até um rabo começou a aparecer em suas nádegas, logo assim o Cairara parou de tomar o chá, mas a transformação continuou, e então o Cairara se transformou em uma especie de macaco inteligente, esbelto e bastante engenhoso
que vive nas matas da Amazônia.
O Curupira –
Diz a lenda indígena que o Curupira é um ser com o tamanho semelhante ao de uma criança de seis a sete anos, ele anda nu pelas matas e florestas, tem o corpo peludo, as unhas afiadas e compridas, e o seu calcanhar é virado para frente e os seus pés para trás. O Curupira toma conta das matas, florestas e também dos animais.
O Guaraná
Diz a lenda que em uma aldeia indígena um casal da tribo teve um filho muito bonito, inteligente e bondoso. Ele era querido por toda a tribo, e por isso Jurupari, seu pai, começou a ter inveja e raiva dele, até que um dia Jurupari se transformou em uma cobra peçonhenta e ficou em cima de uma árvore frutífera.
Quando o seu filho foi pegar uma fruta da tal árvore, e a cobra se atirou sobre o menino e o mordeu, destilando o seu veneno no mesmo. Sendo assim a criança veio a falecer, a sua mãe e toda a tribo ficou aos prantos.
Enquanto todos choravam um raio caiu junto ao menino. Então a sua mãe disse: – É Tupã que se compadece diante de nós, lhe pesco que plante os olhos de meu filho, e dos olhos dele nascerá uma fruteira, e essa fruteira nós trará felicidade. Sendo assim os olhos do menino foi plantado e então nasceu o guaraná.