Motivo da dor nos rins

Dor nos rins: causas, sintomas, tratamento e prevenção.

É denominado como pedras nos rins ou cálculos renais as formações endurecidas que acometem as vias urinárias ou os rins, ocasionadas pelo acúmulo de cristais existentes na própria urina. Mesmo se fazendo presente no indivíduo, por vezes a doença não apresenta nenhum tipo de sintoma, mas em alguns quadros, proporciona muita dor na parte lombar da coluna.

Esse transtorno pode se dar em indivíduos de todas as idades (principalmente naqueles que não se hidratam adequadamente, isto é, que não bebem a quantidade diária de água indicada para o bom funcionamento do seu sistema), indicando vários tipos de enfermidades. As dores costuma se manifestar ou do lado direito ou esquerdo, porém, em alguns pacientes, pode chegar a atingir ambos locais com muita intensidade por alguns minutos, provocando uma extrema sensação de alívio posteriormente.

Dor nos rins: causas, sintomas, tratamento e prevenção.
Representação da localização dos rins no corpo.
(Foto: Reprodução)

Causas

Os mais relevantes fatores interligados ao aparecimento das pedras nos rins são alterações anatômicas, obstrução das vias urinárias, volume insuficiente de urina, distúrbios metabólicos do ácido úrico ou da glândula paratireóide, grande quantidade de cálcio, oxalatos, cistina, fosfato ou falta de citrato.

O que provoca a dor nos rins?

» Pancadas;
» Problemas na coluna;
» Presença de pedra nos rins;
» Tumor no rim;
» Inflamação ou infecção dos rins;
» Dores musculares;
» Cistos;
» Rim policístico;

Sintomas que podem vir a acompanhar a dor nos rins

» Náuseas;
» Vômitos;
» Falta de urina;
» Calafrios;
» Febre;
» Aumento da pressão arterial;
» Inchaço generalizado;
» Urina com sangue ou espuma;

Diagnóstico

Os procedimentos utilizados para a constatação da enfermidade se dá através de anamneses, exames de raio X do abdômen, urografia excretora ou ultrassom.

Tratamento

Os procedimentos utilizados para o tratamento são: repouso, aplicação de compressas quentes no local, injeções com medicamentos, processos cirúrgicos para a retirada das pedras ou do rim. A variação de qual método será utilizado se dará de acordo com as respostas obtidas no diagnóstico pelo médico nefrologista responsável pelo quadro do paciente.

Prevenção

» Beba de 2 à 3 litros de água por dia de forma fracionada;
» Controle o consumo de alimentos ricos em cálcio, sódio e proteínas de origem animal;
» Aumente o consumo de alimentos ricos em potássio;
» Realize atividades físicas regularmente;

Aviso

Esse texto é apenas um informativo. Caso necessite de mais informações ou esteja sentindo algum dos sintomas descritos acima, procure ajuda médica rapidamente, para que o organismo não sofre outras complicações.

Luzes piscando nas vistas

Se você esta vendo luzes além do normal, vá ao médico, pois pode ser que esteja com algum problema nas vistas.

Sabe quando, em um determinado momento, você pisca e começa a surgir luzes pontilhadas? Tal fenômeno pode significar uma leve vertigem até uma lesão ocular. Por tanto, procure um médico oftalmologista para ter conhecimento do que realmente se trata, o mesmo realizará exames e diagnosticará o problema e dar inicio no tratamento.

Essa sensação estranha de estar vendo luzes pontilhadas é conhecida como aura, que pode estar sendo precedida por uma fraca dor encefálica ( dor de cabeça). Porém, como já citado antes, há outras causas que podem estar  inclusa e o principal delas é o envelhecimento. E para que o oftalmologista chegue a uma conclusão, ele deve ficar atento aos sintomas descritos pelo paciente.

Se você esta vendo luzes além do normal, vá ao médico, pois pode ser que esteja com algum problema nas vistas.
Luzes piscando meio as vistas por ser algum problema de vista (Foto:Reprodução)

Feito os exames, o oftalmologista pode constatar  problemas como: 

> Presbiopia:  Dificuldade em focar objetos próximos. O paciente força a vista fazendo com que essa sensação aconteça.

>  Catarata: É uma doença que causa o embaçamento sobre no olho e se não tratado pode causar cegueira.

> Glaucoma: Provoca o aumento da pressão do olho, fazendo com que pessoa enxergue pouco a noite. Também pode haver ocorrência de pontos cegos e perda de visão dos olhos. A doença surge de modo gradual e se não tratado pode deixar o portador cego.

> Retinopatia diabética: Acontece quando há sangramento na retina. O mesmo também pode causar cegueira

> Degeneração macular: É a perda da visão central. Por tanto, quando ela é provocada, o portador pode ficar com a sua visão embaçada, distorcida e com cores desbotadas. Esse tipo de doença é mais comum em idosos, mas isso não significa que a degeneração macular possa acometer um pessoa jovem.

> Flutuações: são pequenas partículas que podem ser encontradas dentro do olho e são perigosas, pois elas podem descolar a retina.

Observação: Se você esta incomodado com essa sensação e vai procurar o oftalmologista para que ele faça uma analise mais profunda, anote tudo que lhe incomoda.

Dicas

 Não faça os exames de vista sozinho, esteja sempre acompanhando. Procure por clinicas especializadas, pois muitas vezes, as óticas não são   apropriadas o suficiente para estar realizando os exames. Última dica, cuide-se, caso esteja vendo essas luzes com frequência é sinal de que o problema está se agravando. Por tanto, não espere muito para marcar a consulta.

Não tenha medo de fazer os exames pedidos, pois vai ser somente por meio deles, que irá conseguir, saber o que realmente tem.
Exame de vista (Foto:Reprodução)

Primeiros socorros para queimadura

Primeiros socorros para queimaduras de 1°, 2° e 3° grau

A pele é responsável por proteger o corpo de várias enfermidades (como as infecções), prevenir a perda de água do organismo, se fazendo ainda como o principal controlador de temperatura de toda essa estrutura. É considerado como órgão sensorial em relação ao tato, onde pode vir a manifestar dores e respostas sobre as mudanças de temperatura e pressão.

Quando alguma parte da pele é queimada, constata-se que sua composição perde fluídos orgânicos, de imunologia, água e também do controle da temperatura corporal. Sua classificação se dá de acordo com o seu tamanho e profundidade:

Queimadura de 1° grau

» Características

Primeiros socorros para queimaduras de 1°, 2° e 3° grau
Fogo na brasa.
(Foto: Divulgação)
  • Não existem bolhas;
  • Ardor e sensibilidade por cerca de 2 dias;
  • Vermelhidão;
  • Pele branca quando pressionada;
  • Perda da pele entre 3 à 7 dias.

Queimadura de 2° grau

» Características

  • Ardor intenso;
  • Formação de bolhas;
  • Sensibilidade ao vento e ao frio.

Queimadura de 3° grau

» Características

  • Superfície seca;
  • Cor variável;
  • Exposição do tecido gorduroso;
  • Dor no local queimado;
  • Destruição da pele.

Primeiros socorros

Em casos de queimadura de 1° ou 2° grau

» Acabe com a fonte de calor com água ou abafando com um pano;
» Posicione a área que sofreu queimaduras em baixo de uma torneira com água fria e deixe a água corrente resfriar o local por alguns minutos;
» Tente retirar todos os objetos do corpo que possam vir a armazenar calor, como anéis, brincos, cinto, etc;
» Proteja a queimadura com uma gaze, pano limpo ou lenço;
» Procure atendimento médico;

Observação 1: Caso a queimadura de 1° grau atinja regiões como a face, entre os dedos e a área genital, o atendimento médico se fará altamente necessário. Mas se acometer pequenas partes do restante do corpo, poderá ser utilizado apenas um curativo com gaze vaselinada.

Observação 2: Em relação a queimadura de 2° grau, NÃO estoure as bolhas, pois essa será uma decisão médica, de acordo com o seu diagnóstico, em relação ao quadro do paciente.

Em casos de queimadura de 3 ° grau

» Remova a fonte de calor com água ou abafando com um pano;
» O resfriamento da pele NÃO deverá ser realizado;
» Procure ajuda médica imediatamente;

Atenção

Nunca utilize em nenhum tipo de queimadura:

» Manteiga;
» Margarina;
» Pasta de dente;
» Pomadas caseiras sem prescrição médica;
» Óleos (seja ele de qual tipo for);
» Qualquer outro produto que não seja indicado por um médico;

Para mais informações ou atendimento rápido específico para o transtorno, ligue para o Corpo de Bombeiros pelo número 193 ou para o Samu pelo 192.

A partir de qual idade a mulher deve ir ao ginecologista

Perca o seu medo, tire suas dúvidas.

A partir de qual idade a mulher deve ir ao ginecologista? Perguntinha que assusta várias adolescentes, pois para elas o momento é um tanto quanto constrangedor, a final de contas trata-se de uma consulta para saber como anda a saúde, principalmente na parte intima.

  A idade certa para ir ao ginecologista é a partir dos 14 anos ou quando a moça menstrua pela primeira vez. 

É nesse momento que o corpo dela começa a se transformar, fazendo com que o seu corpo passe por um processo de transformação. Por tanto, você que está com medo de ir a ginecologista saiba que este momento é muito importante.

Então, marque a sua consulta com um ginecologista, pois o procedimento é simples mas de grande importância para que você possa receber  anticoncepcional de acordo com o funcionamento de seu organismo. Do profissional, você receberá orientações de como se prevenir contra doenças sexualmente transmissíveis, como funciona o ciclo menstrual, a pilula do dia seguinte, o que deve fazer quando tiver cólicas, como usar o anticoncepcional e evitar a gravidez indesejada.

Mas como funciona a consulta?

O  ginecologista fará perguntas relacionadas ao seu corpo, estilo de vida, tudo. Em seguida ele vai pedirá para que vá até o totem e retire a roupa e vista um roupão, feito isso deverá deitar na maca. No entanto o ginecologista irá examinar o seu corpo. Atenção, em alguns movimentos irá provocar em você certo incomodo, devido os aparelhos, mas depois de terminado o procedimento o incomodo passa.

Perca o seu medo, tire suas dúvidas.
A mulher deve ir ao ginecologista a partir de sua primeira menstruação.  (Foto:Divulgação)

Enfim, ela explica diversas coisas, que podem estar relacionada a saúde intima de uma mulher.

E chegando no dia do retorno, você só irá mostrar os seus exames e descobrir, qual é o anticoncepcional, adequado que tem, que utilizar, se possui alguma doença, e se sim, ele (a) já vai te passar o tratamento.

E quando é preciso voltar novamente?

 Ao menos de seis em seis meses, pois desta maneira dá para manter a menstruação regulada, renovar os exames físicos internos e externos.

O ginecologista, não vai te maltratar, apenas te examinar e mostrar o que precisa saber.
Não tenha medo do ginecologista, agende sua consulta. (Foto:Divulgação)

Toxoplasmose na gravidez

Toxoplasmose gestacional: causas, sintomas, riscos, tratamento e prevenção

Toda e qualquer enfermidade que acomete o organismo de uma gestante, pode vir a provocar sérios danos, tanto à saúde da mulher, quanto  o feto. Devido a isso, o pré-natal se faz completamente essencial durante o período gestacional, para que se tenha um acompanhamento de ambos, prevenindo e tratando possíveis transtornos que possam surgir.

A toxoplasmose é uma doença alarmante durante a gravidez, isso porque quando a mulher está infectada pelo parasita, poderá vir a transmitir o micro-organismo para o bebê pela sua placenta, ocasionando vários danos ao seu desenvolvimento.

Causas

Essa enfermidade é considerada como infecciosa, podendo ela ser congênita ou adquirida. É causada pelo protozoário Toxoplasma gondii, que se faz bastante encontrado nas fezes de animais (principalmente dos gatos), em alimentos contaminados e carnes cruas.

Observação: Pesquisas revelam que alguns seres humanos também podem vir a hospedar esse tipo de parasita em seu organismo.

Toxoplasmose gestacional: causas, sintomas, riscos, tratamento e prevenção
Mulher grávida segurando na mão de uma pessoa.
(Foto: Reprodução)

Sintomas

» Calafrios;
» Febre;
» Fígado inchado;
» Dores musculares;
» Gânglios inchados pelo corpo.

É importante lembrar que quando a toxoplasmose é adquirida na gravidez, seus sintomas quase nunca costumam se manifestar.

Diagnóstico

A análise do quadro é realizada através de exames clínicos e laboratoriais de sangue.

Tratamento

O primeiro procedimento utilizado pelos médicos será o ministramento de antibióticos específicos para a gestante, proporcionando assim a redução do risco de transmissão do parasita para o bebê.

Após a 18° semana gestacional, poderá ser realizado uma cordocentese para saber se o feto foi ou não infectado. Esse teste se dá através da coleta do sangue do bebê pelo cordão umbilical. Caso a doença seja confirmada, o tratamento da criança poderá ser feito após o seu nascimento.

Prevenção

» Lavar bem as mãos, frutas e legumes antes de comer;

» Separar os alimentos cruz dos cozidos para evitar possíveis contaminações;

» Usar luvas sempre que for mexer com terra;

» Descongelar alimentos de acordo com as suas especificações adequadas;

» Evitar contato com fezes de animais, principalmente de gatos;

» Se tiver gatos em casa, procure levá-los em consultas regulares veterinárias e mantê-los sempre higienizados;

» Evitar o contato com gatos abandonados, desconhecidos e de rua;

» Utilizar facas e tábuas diferentes quando for manusear carnes cruas. Lembre-se de lavar bem as peças posteriormente com água e sabão neutro;

» Cozinhe bem as carnes e opte por não consumi-las cruas ou mal passadas;

» Mantenha a mão sempre higienizada, principalmente depois de lidar com carnes e outros tipos de alimentos, gatos e outros animais, suas fezes, terra, etc;

Riscos para o bebê

» Atraso no desenvolvimento;
» Aborto espontâneo;
» Convulsões;
» Surdez;
» Cegueira;
» Lesões nos olhos;
» Hidrocefalia;
» Atraso mental.

Atenção

Esse texto possui classificação informativa, portanto, não serve de base para avaliação médica. Caso algum dos sintomas acima estejam aparentes ou possua dúvidas sobre essa doença, procure uma orientação especializada por profissionais da saúde.

Cisto pilonidal

Cisto pilonidal: causas, sintomas e tratamento

É denominado cisto pilonidal algumas alterações que surgem nas pregas encontradas entre as nádegas do corpo, período que vai do osso na parte inferior da espinha (sacro) até o ânus. Suas formas de aparição se dão através de abcessos, fístulas, depressões ou poros contendo pelos e pontos escuros.

Os principais indivíduos atingidos por essa anomalia são as pessoas que permanecem sentadas por um longo período da vida e os homens, quando ainda estão jovens, sendo que em muitos casos, mesmo com a realização do tratamento, os transtornos tem tendência a se repetirem outras vezes.

Causas

Cisto pilonidal: causas, sintomas e tratamento
Representação da localização do cisto pilonidal.
(Foto: Reprodução)

Não existem causas que acusam cientificamente a formação da anomalia, mas estudos mostram que elas costumam estar ligadas a pessoas que ficam muito tempo sentadas, que passam por traumas ou irritações no local, que usam roupas muito apertadas, que possuem excesso de pelos pelo corpo e que são obesas.

Sintomas

» Sensibilidade na região;
» Inchaço e alterações de temperatura na pele próximo ao cóccix;
» Vermelhidão;
» Fissuras na pele;
» Dor na área afetada.

Diagnóstico

O diagnóstico da doença será realizado através da análise clínica, de exames físicos e outros procedimentos, de acordo com as necessidades médicas em relação ao quadro.

Ajuda médica

A orientação médica deverá ser procurada assim que os sintomas começarem a ficar visíveis no local afetado ou ao seu redor.

Tratamento

Os procedimentos utilizados para a eliminação dos sintomas e do cisto são os processos cirúrgicos, que costumam se dar através da drenagem do abcesso, que logo após deverá ser comprimido com gaze. Medicações poderão ser ministradas para a contenção das dores e inflamações do local.

Nos quadros em que a formação dos cistos forem grandes e/ou profundas, enxertos na pele se farão necessários.

Observação: O tratamento da doença não se faz necessário quando não existem sintomas aparentes no indivíduo.

Curativos

O período de fechamento da ferida aberta é muito importante e deve ser realizado com bastante cautela. Todos os dias o local deverá ser lavado com soro fisiológico, algodão (para limpar) e gaze com esparadrapo para proteger a área.

É essencial que se tenha cuidado ao fazer os curativos, para evitar que pelos caiam na ferida e provoquem outra infecção.

Atenção

Todas as informações descritas acima funcionam apenas como um informativo. Caso sinta curiosidade ou necessidade de saber mais sobre a enfermidade, procure uma orientação médica.