Características dos peixes

Características dos peixes

Os peixes, em sua complexidade, são animais vertebrados de origem aquática e sangue frio ou ectotérmicos. Sua estrutura é formada por um corpo cuneiforme, com a presença de nadadeiras ou barbatanas que são sustentadas e estabelecidas por raios cartilaginosos ou ósseos, guelras ou brânquias, tendo a maior parte do seu organismo coberto por escamas.

Esses animais vivem no planeta há bilhões de anos, antes mesmo da existência da espécie humana. De acordo com pesquisas recentes, dados informam que existem mais de 280 mil espécies de peixes catalogadas em todo o mundo.

Classificação científica

  • Reino: Animalia.
  • Filo: Chordata.
  • Subfilo: Vertebrata.
  • Superclasse: Peixes.
  • (sem classif.) Craniata.

Classificação ecológica

  • Pelágicos;
  • Demersais;
  • Batipelágicos;
  • Mesopelágicos.

Grupos

Características dos peixes
Peixes marinhos nadando.
(Foto: Reprodução)

» Peixes cartilaginosos: apenas a cartilagem sustenta a estrutura corporal desses peixes, que são minoria dentre as inúmeras espécies desse animal. Exemplos: arraias e tubarões.

» Peixes ósseos: possuem sistema esquelético com a presença de ossos em toda sua estrutura, se fazendo presente em grande escala nos peixes. Exemplos: atum, bacalhau e sardinha.

Habitat

Os peixes podem ser encontrados em praticamente todos os ecossistemas aquáticos, tanto em água doce como em água salgada, salvo em alguns lagos hipersalinos, como o Grande Lago Salgado, nos EUA.

Muitas espécies são completamente inofensivas aos seres humanos, porém, outras podem vir a proporcionar grandes perigos, como os tubarões e os peixes-escorpiões.

Alimentação

O sistema digestório desses animais é constituído de boca, faringe, esôfago, estômago, intestino, glândulas anexas, fígado e pâncreas. Eles se subdividem em duas classes: herbívoros e carnívoros. Em zonas abissais, grande parte das espécies são classificadas como detritívoros, isso porque consomem apenas restos orgânicos.

Reprodução

A maneira de reprodução dos peixes se diferenciam pelo ripo de fecundação, veja:

» Peixes cartilaginosos: possuem fecundação interna, onde o macho introduz seus espermatozoides no corpo da fêmea e os óvulos são fecundados. O processo de desenvolvimento é classificado como direto.

» Peixes ósseos: possuem fecundação externa, onde o macho e a fêmea liberam seus gametas na água. Assim que a fecundação é realizada, é formado um zigoto. O Processo de desenvolvimento é classificado como indireto, com larvas denominadas de alevinos.

Repouso

Ao contrário dos demais animais, os peixes não dormem, apenas repousam entre um aparente estado de imobilidade. Seus olhos ficam sempre abertos, devido a não presença de pálpebras em seu globo ocular.

Migração

Os peixes podem vir a ter migrações diárias, mensais e até mesmo anuais, de acordo com as necessidades de reprodução e alimentação. Esse processo, costuma se classificar de acordo com a transição de ambientes, veja:

  • Diádromos: migram entre rios e mares;
  • Anádromos: espécies que vivem no mar, mas só se reproduzem em água doce;
  • Atádromos: espécies que vivem em rios, mas só se reproduzem em água salgada;
  • Anfídromos: migram da água doce para a salgada durante toda a sua vida devido as relações fisiológicas;
  • Potamódromos: espécies que migram apenas entre água doce;
  • Oceanódromos: espécies que migram apenas entre água marinha;

Extinção de espécies

Os principais motivos que vem ocasionando a extinção dos peixes são a pesca excessiva e a deterioração e destruição dos seus habitats.

Desenvolvimento das plantas angiospermas

Angiospermas ou angiospérmicas ( do grego “angeos” bolsa e sperma “semente“) são plantas espermatófitas cujas sementes são protegidas por uma estrutura denominada fruto. São o maior e o mais moderno grupo de plantas, agrupando cerca de 230 mil espécies.

Características

A primeira divisão da angiosperma se destaca pelas flores e sementes ( fanerógamas) e a segunda como gimnospermas, que possuem sementes dentro de escamas em não em um ovário.  A flor corresponde a uma estrutura formada por vários elementos, cujo o objetivo principal é a reprodução da espécie. Em geral, ao observar uma flor desse gênero, identifica-se os seguintes componentes: pedúnculo, receptáculo, cálice, corola, androceu e gineceu.

Elas possuem uma grande variedade de espécie.
Flores Angiospermas (Foto:Divulgação)

Elas são representadas por uma única divisão, Anthophyta. Apesar disso elas possuem grande diversidade, apresentando cerca 230 mil espécies que podem ser encontradas em diversas regiões do planeta. E mesmo sendo representada por uma única divisão, ela possui dois grupos de caracterização:

> Dicotiledôneas:  se caracterizam por apresentar um embrião com dois cotilédones ou folículos.

> Monocotiledôneas: possui um único cotilédone no embrião.

Reprodução

As angiospermas, assim como outros grupos vegetais, se caracteriza pelo ciclo de vida que  alterna de geração em geração e neste ciclo podemos encontrar a:

* Geração diplóide: onde o  esporófito se reproduz por meio de esporos.

*  Geração haplóide: onde o gametófito se reproduz por meios de gametas.

Ela libera o seu polén, que fecunda na terra, que se reproduz novamente.
Ciclo Reprodutor (Foto:Divulgação)

Nas fanerógamas, a alternância de gerações quase não é evidente, já que o gameta surge na flor do esporófito e o gametófito é reduzido tendo uma curta duração se comparado ao esporófito.  Já nas briófitas e nas pteridófitas, o gametófito é uma estrutura independente, sendo fotossinteticamente ativa.

Fecundação

A fecundação depende da transferência dos grãos de pólen desde as anteras até a abertura superior dos carpelos. Tal processo denomina-se polinização, que depende de um meio de transporte para os grãos de pólen.

Observação:

* Quando o meio utilizado for o vento, a polinização denomina-se anemofilia.

* Quando for um inseto, vai ser chamado de entomofilia.

* Quando for através de uma ave será chamado de ornitofilia.

As angiospermas também podem ser denominadas de sifonógamas pelo fato dela participar do tubo polínico no encontro dos gametas masculinos e femininos. E para que a fecundação ocorra até o final, é necessário que o tubo polínico libere duas células espermáticas. O conjunto formado pelo embrião corresponde à semente que é derivada da fusão dos gametas masculinos e femininos e também de tecidos do óvulo. Portanto,  ela contém tanto células do novo como do antigo esporófito. Mas atenção, pois a semente é uma estrutura temporária que só serve para proteger o embrião contra a falta de água e a ação de predadores.

E quando a semente é liberada da planta e atinge o solo em condições favoráveis para o seu desenvolvimento, ela sai do estado de dormência e começa a germinar, constitui uma plântula que acaba originando uma  nova planta.

Algumas espécies, reproduzem o fruto.
Angiospermas (Foto:Divulgação)


Gato-do-Mato

Resumo escolar sobre o gato do mato

O mundo animal é composto por inúmeras espécies, proporcionando uma grande diversidade de conhecimento e descobertas aos cientistas, assim como as suas evoluções, que fazem com que muitos se confundam entre um ser e outro devido as características consideravelmente parecidas, como o gato-do-mato que possui uma elevada aparência com a jaguatirica e também com a onça pintada.

A diferenciação desse animal se faz pelo seu tamanho e pelas manchas encontradas em sua pelagem, que se dão de maneira menos completa do que as da jaguatirica, que são mais alongadas, dando a impressão de que listras se formam pela sua estrutura corporal e pelagem.

Observação: é importante ressaltar que em relação a cor, o gato do mato pode ainda ser encontrado com tonalidades negras, melânicas, entre outras, porém, essas características são menos ocorrentes que as pintadas.

O gato do mato é conhecido popularmente como gato-do-mato-pintado, gato-do-mato-pequeno, gato-selvagem e gato-tigre. É um felino originário da América do Sul e da América Central, denominado por muitos como gatos domésticos, isso porque existe uma grande aparência em tamanho e certos comportamentos.

Classificação científica

Resumo escolar sobre o gato do mato
Gato-do-mato.
(Foto: Reprodução)

» Reino: Animalia;
» Filo: Chordata;
» Classe: Mammalia;
» Ordem: Carnivora;
» Família: Felidae;
» Gênero: Leopardus;
» Espécie: L. tigrinus;
» Nome binominal: Leopardus tigrinus.

Características físicas

» Comprimento: pode chegar a ter até 1 metro, medindo da cabeça a sua cauda;
» Peso: entre 2 à 3 quilos;
» Pele: ocelada

Alimentação

É um animal ágil e de hábitos noturnos, pois é nesse período que caça as suas presas. Costuma se alimentar de répteis, anfíbios, aves e mamíferos.

Reprodução

Após o cruzamento de um gato do mato fêmea com um macho, a gestação dura entre 70 à 74, onde a prole pode variar de 1 à 4 filhotes, que poderão nascer com uma pelagem diferente de seus pais, dependendo da genética que o felino silvestre obter.

Na maioria das vezes, a fêmea dá a luz aos seus filhotes em moitas de arbustos densas ou em troncos de árvores, para que os recém-nascidos fiquem escondidos dos seus predadores naturais, da caça ilegal, entre outros transtornos que vem alarmando a Secretaria do Meio Ambiente e outros demais órgãos e ONG’s devido a ameaça de extinção que essa espécie se encontra atualmente.

Comportamento das cobras

As serpentes, também chamadas ofídios cobras, móbis e malacatifas, são répteis poiquilotérmicos, ou seja, não possuem patas e pertence à subordem da ophidia. Elas são bastante próximas dos lagartos, com os quais acabam compartilhando a ordem squamata. No tanto que existe vários tipos de lagartos sem patas que acabam se assemelhando com as cobras, mesmo sem estar relacionado com o mesmo. 

Curiosidade: a atração pelas serpentes é chamada de ofidiofilia, já a repulsão é chamada de ofidiofobia. E os estudos da espécie que envolve os répteis e anfíbios é chamado de herpetologia, variante da palavra grega “herpéton”, que significa “aquilo que rasteja“. 

Comportamento

Alimentação

Todas as serpentes são carnívoras, por tanto, elas podem come pequenos animais como lagartos, aves, ovos, insetos E para elas conseguirem o alimento, as cobras liberam veneno ou mata as presas por constrição.

As cobras não mastigam porque sua mandíbula é muito flexível. Nota-se que ela ficará com o alimento inteiro em seu corpo até que ocorra a digestão.

Elas são bastante encontradas na região do Indo-Malaia.
A Píton pode chegar a medir 8 metros ou mais.
(Foto:Divulgação)
Fonte: http://cachoeiradomacaco.blogspot.com.br/2012/08/cobras-serpente-anaconda-piton-gigante.html

Se por acaso, no momento em que ela estiver entorpecida, na hora da digestão, a cobra for perturbada ela irá retroagir tudo o que estava digerindo. No entanto, quando não perturbada, o seu processo digestivo é altamente eficiente, pois ele dissolve e absorve tudo, excepto o pelo e as garras da presa. 

Observação: normalmente as cobras não costumam atacar os seres humanos, a menos que sejam assustadas ou molestadas;

Locomoção

As cobras usam quatro métodos de locomoção o que acaba permitindo a elas uma mobilidade substancial. Sendo assim, todas elas possuem a capacidade de ondulação lateral, que é quando o corpo é ondulado de lado e as áreas flexionadas propagam-se posteriormente, dando  a forma de uma onda de seno, propagando-se posteriormente.

Além disso, elas também são capazes do “movimento de concertina“. E tal meio de movimentação pode ser usado para subir em árvores ou atravessar pequenos túneis.

Ela pode correr mais do que um adulto.
Ágil e rápida.
(Foto:Divulgação)
Fonte: http://olivrodanatureza.blogspot.com.br/2012/09/cobras-venenosas.html

No entanto, o movimento mais complexo e interessante é o zigue-zague, pois é ondulatório e usado para atravessar lama ou areia solta. No mais, nem todas as serpentes conseguem usar todos os métodos de locomoção, pois, em alguns casos, é preciso manter certa velocidade para obter o efeito. Um bom exemplo de cobras que podem conseguir e até mesmo correr mais do que um adulto é a mamba-negra, que pode chegar a percorrer cerca de 20 km/h.

Curiosidade: nem todas cobras vivem em terra, do mesmo modo pode-se dizer que as serpentes marítimas vivem em mares tropicais pouco profundos, ou seja, ela é fácil de se encontrada no Brasil. 

Reprodução

As cobras possuem um vasto número de modos de reprodução, porém todas usam a fertilização interna, que só é realizada por meio de hemipénis bifurcados que são armazenados invertidamente na cauda do macho.

A maioria delas põem seus ovos e cuida, já outra parte das cobras abandonam pouco depois, mas segundo estudiosos essas espécies são ovovivíparas, então elas acabam retendo os ovos dentro dos seus corpos até que eles se encontrem prestes a eclodir.

Mamíferos que botam ovo

 Fique atento aos ornitorrincos e equidna-de-focinho-curto, estes são mamíferos e botam ovos.

Ornitorrinco

Pode parecer estranho ler isso, mas o mamífero também bota ovos. Apesar de ovíparo, o ornitorrinco possui glândulas mamarias, é uma animal de sangue quente, sendo considerado um animal endotérmico.

Reprodução

A fêmea só pode reproduzir quatro anos após o seu nascimento e quando ela está pronta deve esperar a época de acasalamento, que acontece em meados de junho/outubro. Quando a fêmea é fecundada ela cava um túnel de aproximadamente 30 metros e após certo período ela deposita seus ovos.

Feito isso, ela fecha o túnel e permanece ali no local por cerca de dez dias chocando um ou dois ovos. Depois desse período, nascem os filhotes, porém muito desprotegidos, então elas os amamentam por cerca de quatro meses e depois os leva para á superfície pela primeira vez.

Esse animal é um mamífero ovíparo.
O ornitorrinco, apesar de ovíparo, possui glândulas mamárias.

(Foto Divulgação)

Principais Características 

O ornitorrinco tem um bico que se parece com o bico do pato, seu corpo tem o formato ariranha e a sua cauda é semelhante a de um castor. E apesar de tantas características, semelhanças com outros animais, ele não é parente de nenhum destes.

É também um animal carnívoro e sua presa principal é o yabby ( espécie de lagosta australiana). Tem seu habitat dividido entre a terra e a água.  Apesar de ter a semelhança de um animal aquático, o ornitorrinco só consegue ficar dois minutos submerso.  Mas tirando isso, sua anatomia é quase completa em se tratando de usar o corpo na água. Os dedos possuem membranas que o ajudam a se locomover embaixo da água. Em seu nariz há tampinhas que fecham por pouco tempo para evitar a entrada de água.

E apesar de gostar da água ele vive em tocas. O seu bico, apesar de parecer ser duro,  é constituído de um couro mole e sensível.

E algo que diferencia a fêmea do macho é o arpão que possui abaixo do tornozelo e possui uma substância tóxica que pode matar um coelho ou algo do gênero. Em um ser humano, o individuo apenas sentirá muita dor, além de uma ferida no local.

EQUIDNA

Esse animal possui diversas semelhanças com o ornitorrinco, mas não é tão semelhante assim. O equidna também bota ovos, escava a terra. Só que, ao contrário do ornitorrinco fêmea, o equidna fêmea bota somente um único ovo por vez.  Além disso, o buraco em que a fêmea esconde  seus ovos, é de uma terra mais dura. O seu alimento não é aquático e sim terrestre.  Consiste mais em formigas.

Note, como ela possui o corpo de um porco espinho e rosto de tamanduá.
Equidna (Foto Divulgação)

Principais Características

Fisicamente, ele é mais parecido com o porco-espinho, tendo seu corpo coberto por espinhos, que também são utilizados para se defender dos predadores.

Sua característica também é semelhante ao dos marsupiais, quando chega a época de reprodução a fêmea bota o ovo minúsculo, dentro de uma bolsa alojada em seu abdômen deixando-o ali por cerca de dez dias. Passado esse período, quando o filhote nasce, ele continua dentro dessa bolsa por mais de sete semanas. É o tempo necessário  para que os espinhos comecem a ficar resistentes.

Veja como ela fica, quando esta começando a compor os seus primeiros espinhos.
Equidna filhote. (Foto Divulgação)

Parte responsável pela nutrição da célula

A célula corresponde a parte fundamental dos seres vivos. Ela é responsável por desenvolver várias habilidades do organismo, tal como os tecidos. Sua formação se dá através da reunião de várias moléculas orgânicas e inorgânicas.

A nutrição celular acontece devido os diversos fatores do organismo, não existe uma parte singular que realiza esse processo sozinho. Esse procedimento é responsável não apenas para reconstruir a parte desgastada do corpo, mas para a formação de novas células, possibilitando o desenvolvimento do indivíduo.

Os organismos vivos, normalmente, são instáveis e frágeis e isso porque as  moléculas orgânicas e proteínas vão se desgastando com o passar do tempo. Com isso, a sua reconstrução  se dá com a reposição permanente de moléculas e células durante a vida do indivíduo.

Parte responsável pela nutrição da célula

Praticamente todos os alimentos ingeridos pelos seres vivos servem como fonte de energia para o organismo. Grande parte das suas moléculas são transformadas em açúcar, glicose, porque proporciona mais agilidade ao indivíduo.

A glicose corresponde unicamente a uma molécula orgânica que reage com o oxigênio do ar, se transformando posteriormente em água e gás carbônico. Dentro desse processo acontece  a quebra da glicose, o que proporciona energia ao organismo, que é utilizada para a produção de calor, movimentação, transmissão do impulso nervoso, entre outros.

Através do funcionamento molecular e celular, estes possibilitam ao corpo as funções vitais, que são: nutrição, relação e a reprodução. Todas são responsáveis pela conservação do indivíduo, juntamente com a digestão, respiração, circulação e a excreção.