Gato-do-Mato

O mundo animal é composto por inúmeras espécies, proporcionando uma grande diversidade de conhecimento e descobertas aos cientistas, assim como as suas evoluções, que fazem com que muitos se confundam entre um ser e outro devido as características consideravelmente parecidas, como o gato-do-mato que possui uma elevada aparência com a jaguatirica e também com a onça pintada.

A diferenciação desse animal se faz pelo seu tamanho e pelas manchas encontradas em sua pelagem, que se dão de maneira menos completa do que as da jaguatirica, que são mais alongadas, dando a impressão de que listras se formam pela sua estrutura corporal e pelagem.

Observação: é importante ressaltar que em relação a cor, o gato do mato pode ainda ser encontrado com tonalidades negras, melânicas, entre outras, porém, essas características são menos ocorrentes que as pintadas.

O gato do mato é conhecido popularmente como gato-do-mato-pintado, gato-do-mato-pequeno, gato-selvagem e gato-tigre. É um felino originário da América do Sul e da América Central, denominado por muitos como gatos domésticos, isso porque existe uma grande aparência em tamanho e certos comportamentos.

Classificação científica

Resumo escolar sobre o gato do mato
Gato-do-mato.
(Foto: Reprodução)

» Reino: Animalia;
» Filo: Chordata;
» Classe: Mammalia;
» Ordem: Carnivora;
» Família: Felidae;
» Gênero: Leopardus;
» Espécie: L. tigrinus;
» Nome binominal: Leopardus tigrinus.

Características físicas

» Comprimento: pode chegar a ter até 1 metro, medindo da cabeça a sua cauda;
» Peso: entre 2 à 3 quilos;
» Pele: ocelada

Alimentação

É um animal ágil e de hábitos noturnos, pois é nesse período que caça as suas presas. Costuma se alimentar de répteis, anfíbios, aves e mamíferos.

Reprodução

Após o cruzamento de um gato do mato fêmea com um macho, a gestação dura entre 70 à 74, onde a prole pode variar de 1 à 4 filhotes, que poderão nascer com uma pelagem diferente de seus pais, dependendo da genética que o felino silvestre obter.

Na maioria das vezes, a fêmea dá a luz aos seus filhotes em moitas de arbustos densas ou em troncos de árvores, para que os recém-nascidos fiquem escondidos dos seus predadores naturais, da caça ilegal, entre outros transtornos que vem alarmando a Secretaria do Meio Ambiente e outros demais órgãos e ONG’s devido a ameaça de extinção que essa espécie se encontra atualmente.

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