Os assuntos escolares estão cada vez mais adentrados na dinâmica rápida das informações instantâneas, e nas temáticas de atualidades. Ainda um pouco longe disso, as diversas matérias escolares ainda tem o sentido de preparar o aluno para a vida social.
Com as exigências educacionais a cada dia se intensificando por causa das provas de vestibulares para o ingresso às universidades, os alunos devem sempre procurar novos conteúdos, exercícios, materiais informações para complementar o ensino.
A escrita do antigo Egito é conhecida, ainda, comohieroglífica,palavra quevem do grego “hieróglifo” que significa sinal sagrado. Ela era primitivamente pictográfica, ou seja, cada símbolo representava um objeto. Por isso, que quando vemos as histórias nos filmes ou ainda nos livros, vemos mais símbolos do que letras.
Observação: Só para se ter noção, o alfabeto egípcio possuía mais de seiscentas letras e tais imagens eram representadas por pássaros, insetos, pessoas, plantas, animais, edifícios, barcos, utensílios de trabalho, profissões, armas, objetos e entre outros.
A escrita antiga do Egito é uma das formas mais primitivas que se pode ter dos antepassados. (foto:reprodução)
Além dessa escrita eles utilizavam dois outros meios de sistema, um era a escrita hierática, que era organizada em formato cursivo e utilizada para fins comerciais e a outra forma escrita era a demótica. Esta última foi mais utilizada no fim dos últimos períodos, pois já era mais popular.
A primeira pessoa que conseguiu traduzir um texto em hieróglifos foi o francês Jean-François Champollion, no ano de 1822. Ele traduziu o texto que se encontrava na pedra de roseta, a mesma foi encontrada dentro de uma caixa no navio de expedição de Napoleão Bonaparte, na cidade de Roseta, por isso recebeu esse nome.
E além da pedra possuir escrita hieroglífica, ela tinhauma escrita em caracteres demóticos, porém em grego antigo. E nela havia escrito um decreto do Rei Ptolomeu V. E foi por meio dessa descoberta que se iniciou uma nova fase da história no Egito.
Curiosidades
Para representar o amor ou qualquer outro sentimento, eles desenhavam em forma de palavra. Já para representar algo concreto, eles faziam um sinal vertical ao lado de cada desenho e aquilo que fosse abstrato eles desenhavam um rolo de papiro. Se por um acaso, eles correspondessem a qualquer pessoa, a imagem levava um sol.
Havia uma diferença de classes, acompanhe:
> Hieroglífico: era considerado sagrado, por tanto, só podia ser usado pelos sacerdotes.
> Hierático: já era mais simples e podia ser utilizado pelos escribas nos papiros.
> Demótico: mais simplificado podia ser utilizado por qualquer um.
E se você possui dificuldades ao construir frases da maneira correta ou seja com concordância, coesão, coerência e sentido, leia as dicas expressas abaixo, pois elas poderão te auxiliar. Acompanhe!
Dicas
Uma frase deve ser simples e direta, assim o receptor irá compreende-la. Por tanto, no momento em que estiver escrevendo, procure ser simples e usar palavras que sejam fáceis de serem compreendidas e não possuam duplo sentido.
Evite:
> Frases longas;
> Inserções desnecessárias;
> Obscuridade;
> Ambiguidade;
> E dupla interpretação;
Vá direto ao assunto que lhe interessa, tudo ficará mais fácil e claro. Se por vezes não souber utilizar as palavras certas, não tem problema, basta ler o que escreveu antes de enviar ou repassar, fazendo isso poderá analisar melhor sobre o que escreveu.
Mas se o seu gênero de escrita for descritivo, profundo e longo, não há problema. Ela pode ser mais difícil de ser compreendida, mas se tiver cuidado com a pontuação e concordância, pode seguir adiante, será de fácil compreensão.
Lembre-se: As frases constituídas em ordem direta, ou seja, sujeito + verbo + complemento, facilita a sua compreensão e de quem vai ler. Por tanto, se alterar a ordem dos fatores, o resultado não vai sair como desejado. Cuidado!
Exemplos de frases invertidas
1. Ex. :
Frase redigida de maneira errada: O relatório foi mal redigido, pelos coordenadores, estava prevista a sua apreensão.
Agora utilizando a ordem direta – sujeito – verbo – complemento.
Frase redigida de maneira correta:A apreensão dos relatórios que foi mal redigida, estava prevista pelos coordenadores.
2. Ex. :
Exemplo de construção de frase. (foto:reprodução)
A frase na imagem acima é muito longa. Ela pode ser direta, vejamos:
Frase redigida de maneira correta:Segundo o livro do papai, o pirata é valente e rico, tenho medo dele.
3. Ex. :
Você se lembra daquelas tarefas que fazia no ensino fundamental? Então, elas são um bom exemplo de construção frasal, pois são curtas, diretas e sabem trabalhar com o sujeito e o verbo mantendo a concordância.
Observe bem o objetivo do assunto e tente não fugir dele. (foto:reprodução)
É chamado de Oriente Médio toda a região que se situa entre o Ocidente e o Oriente, destacando as áreas do Mar Mediterrâneo, os países do Mediterrâneo Oriental – como a Turquia e o Egito, Iraque (Mesopotâmia), o Irã (Pérsia), Jordânia, Afeganistão e a Península Arábica.
As principais razões que ocasionaram as inúmeras guerras nessa extensão foram a abertura do Canal de Suez (desde 1869), o interesse das grandes potências mundiais, as desigualdades sociais, a centralização da política, os conflitos das uniões étnicas, religião, contestação das fronteiras traçadas pelo colonialismo franco-britânico, posição geográfica, etc. Devido a esses e outros demais problemas, o Oriente Médio é considerado uma das áreas mais instáveis do mundo.
A lista de conflitos que aconteceram no Oriente Médio se faz como uma das maiores do mundo, isso porque até os dias de hoje conflitos vem acontecendo, mas existem alguns deles que ganharam destaque devido a repercussão das suas causas e dos danos que proporcionaram a toda sociedade.
Árabes x israelenses (1948-1949)
Caracterizado como um dos conflitos mais importantes do Oriente Médio, isso porque as guerras nessa região são consideradas intermináveis. As grandes causas da rivalidade existente entre ambos os povos são as disputas de terras, diferenças culturais, interesses econômicos e políticos existentes entre essas nações.
Observando o caráter religioso e a disputa de terras que ocorreu durante muitos anos nessa região, onde palestinos e judeus desejavam conquistar a própria pátria, pode-se ver um grande massacre dos povos, com relevância durante todo o período das Cruzadas.
A diminuição dos conflitos só começou a acontecer nesse local após o término da Segunda Guerra Mundial, onde a ONU partilhou a Palestina, dando cerca de 11.500 km² à palestina (área que se dividiu entre a Cisjordânia e a Faixa de Gaza) e 14.000 km² para os judeus, fazendo com que Israel conquistasse o seu espaço no cenário internacional.
Conflito entre palestinos e judeus. (foto: reprodução)
Guerra de Suez (1956)
Mesmo após a independência do Egito, os ingleses ainda dominavam esse importante acesso até o ano de 1952, onde Gamal Abdel Nasser chegou ao poder político, revelando complexos interesses nacionalistas, sendo um deles a proibição da passagem de navios israelenses pelo canal, medida que causou grande impacto na França, na Inglaterra e também em Israel.
Esse processo gerou grande revolta nestas nações contra o Egito, onde batalhas eram perdidas a todo momento, deixando o povo egípcio completamente refém. Os Estados Unidos e a União Soviética entraram na batalha, fazendo com os três países desocupassem o território conquistado.
Assim, o Canal de Suez voltou a ser um domínio Egípcio, porém todas as navegações estavam liberadas por transitar pela região. No fim desse conflito, Nasser era considerado umas das poucas ameaças existentes no mundo para os judeus. Outro ponto a se destacar foi a cumplicidade de Israel com as potências imperialistas ocidentais, processo que ocasionou ainda mais o afastamento entre os judeus e os palestinos, dando oportunidades para o surgimento de novos conflitos.
Prisioneiros durante a Guerra de Suez. (foto: reprodução)
Guerra dos Seis Dias (1967)
Nasser ainda acreditava na possibilidade de derrubar os judeus e com isso, findou um acordo com a Síria (RAU – Repúblicas Árabes Unidas), pressionando a ONU para a retirada de suas tropas do Canal de Suez e, rearmar o seu exército com equipamentos soviéticos, se preparando para atacar Israel com força total.
Assim o Egito tomou o domínio do canal novamente, mas o que não esperavam é que no dia 5 de Julho os israelenses fariam um ataque relâmpago as tropas egípcias, não proporcionando tempo de reação. Devido a esse conflito, a Síria atacou o norte de Israel e a Jordânia abriu fogo contra Jerusalém.
Depois de seis dias de luta e muitas mortes, o exército judeu controlou toda a situação, sendo superior ao restante das tropas árabes, que se sentiam humilhadas diante de tal situação. Todo esse processo fortaleceu ainda mais o Estado de Israel, agravando o conflito entre as nações dessa região.
Tropas judias no comando dos povos árabes. (foto: reprodução)
Guerra do Líbano (1982)
O conflito civil no Líbano teve início no ano de 1958, onde os povos religiosos (drusos, xiitas, cristãos ortodoxos, cristãos maronitas e sunitas) existentes em sua extensão disputavam vorazmente pelo poder local, poder que era estratificado na região.
A chefia do país era ocupada pelos cristãos maronitas, tendo como seu primeiro ministro um sunita e em seus cargos inferiores drusos, ortodoxos e xiitas. Com os conflitos que aconteciam a todo tempo na Palestina, vários povos se refugiavam no Líbano, processo que ocasionou o descontrole local, pois ops muçulmanos passaram a ser maioria na área.
Nesse momento, a síria se rompia com a OLP, passando a intervir no conflito ao lado dos cristãos maronitas. Com o apoio norte-americano durante esse período que o cristão maronita Amin Gemayel chegou ao poder em 1982. O quartel-general da Marinha americana foi atacado em Outubro de 1983, causando a morte de aproximadamente 241 fuzileiros.
Com isso, as tropas dos EUA e também de Israel, foram retiradas da região, diminuindo a força dos cristãos maronitas. Ao ver tal situação, os drusos se aproveitaram do momento e dominaram a região do Chuf, que se localizava a leste de Beirute, onde expulsou todos os povos maronitas, sem mencionar no sírio Hafez Assad e seus partidários libaneses que ocasionaram vários atentados e assassinatos na região, sendo um deles contra os auxiliares do presidente Amin Gemayel, quer ainda assim conseguiu resistir e ficar no poder até o ano de 1988.
Desde essa polêmica, o Líbano vem sendo tutelado pela Síria e vem tentando se reerguer, tanto politico quanto econômico.
Líbano em ruínas. (foto: reprodução)
Irã x Iraque (1980-1988)
O início desse embate aconteceu no ano de 1980, quando o Irã foi invadido por tropas iraquianas e Khorramshar, onde fica a refinaria de Abadã foi completamente destruída. A principal causa constatada para esse conflito foi o repúdio pelo governo iraquiano ao Acordo de Argel (1975), processo que definia os limites entre os países da região em relação ao acesso do Iraque ao Golfo Pérsico.
O desejo do Iraque naquele instante era de ter a completa soberania em relação ao canal, onde temiam que o Irã e o Khomeini bloqueassem a passagem de navios e o transporte do petróleo iraquiano pelo local. O novo regime iraquiano começou a apoiar os curdos no norte do país, convocando os xiitas a rebelarem-se contra o governo sunita de Saddam.
Nesse momento, o Irã ocupou a ilha de Majnun, no pântano de Hoelza e bloqueou o porto de Basra, locais onde se encontram as principais fontes petrolíferas do Iraque. A partir de então uma nova guerra se iniciou, onde durou cerca de 8 anos, não tendo nenhum avanço nas frentes de luta, tendo fim apenas após a morte do Aiatolá Khomeini e a mudança dos alvos na expansão de Saddam.
Saddam x Khomeini. (foto: reprodução)
Guerra do Golfo (1990-1991)
No momento em que o Iraque e o Irã se encontravam em disputa para que houvesse um grande vencedor em relação ao conflito, os EUA se aproximou da Arábia Saudita e do Kwait, colocando em prática o seu poder que se findaria nesse processo. Com isso, Saddam ordenou que poderes de fogo fossem destinados às ambas regiões.
Em 1990, o Iraque invadiu e conquistou grande parte do território de Kwait e, nesse mesmo instante, se preparava para atacar a Arábia Saudita, mas não esperava que os EUA questionaria essa ação de Saddam na ONU que foi completamente contra, solicitando ainda a retirada das tropas iraquianas do Kwait.
Mesmo com a ordem da ONU, as tropas não foram retiradas, fazendo com que os EUA liderassem uma força para repreender o governo iraquiano. Durante todo o conflito, as mais novas tecnologias foram utilizadas em batalha pelos americanos, não dando chance alguma para as armas utilizadas por Saddam.
Com isso, Saddam foi obrigado a cessar fogo para que o Iraque não fosse massacrado. Estima-se que aproximadamente 100 mil dos seus soldados foram mortos, sendo a maior parte deles de Bagdá.
Ao final de todo o conflito, com a retirada das tropas iraquianas, o Kwait traçou uma linha de defesa ao redor das suas extremidades, fazendo com que Saddam e nenhum dos seus seguidores pudessem entrar em seu território.
Tropas americanas chegando no Kwait. (foto: reprodução)
No momento de redigir um texto ou redação, sempre surge a dúvida quando lê o que se pede. Para que o leitor possa compreender melhor sobre o que se trata, vamos fazer uma breve revisão sobre o assunto.
Narrativa
A palavra narrativa é derivada de narração, que consiste no ato ou ação de contar algo que por pode estar no passado, presente ou futuro. Ela consiste em formar uma sequência de fatos onde as personagens se movimentam num determinado espaço à medida que o tempo passa.
O texto narrativo é baseado na ação que envolve as personagens, tempo, espaço e conflito, clímax e desfecho.
Por exemplo:
* Ontem de noite, João jantou lasanha.
A frase narrada acima, foi colocada no passado.
Narrativa Memorialista. (foto:divulgação)
Memorialista
A narrativa memorialista pode estar sendo dividida em dois modos:
1 ° Que é levado para o lado da memória, encontrado no passado.
2° Que vai ser levado para o lado profissional, algum autor vai estar narrando uma história de memória literária.
Resumindo, se unirmos o conjunto teremos um autor narrando uma história. Então, por meio disso, concluímos que uma narrativa memorialista nada mais é que contar histórias passadas, fatos armazenado na memória. No mais, a narração feita por quem está narrando o fato já ocorrido, não precisa ser feito somente por um autor, mas por qualquer um que lembre do ocorrido.
Exemplo de uma narrativa memorialista:
* Ontem de noite ao chegar para jantar, João foi ao lavrado, lavou as mãos, retornou à cozinha e se serviu uma ou duas vezes. Depois retornou ao banheiro escovou os dentes e foi assistir um filme comigo. Enquanto ele assistia ao filme eu organizava alguns documentos para os afazeres do próximo dia.
Alexandre O Grande, faleceu aos 32 anos, em 323 a.C. Morreu após vários dias de febre na Babilônia. Várias hipóteses foram analisadas, para que pudesse chegar ao laudo final de sua morte e dentre elas pode-se se destacar as seguintes: envenenamento, malária, cirrose, febre tifóide ou o vírus do Nilo Ocidental. Porém, até hoje, nenhum pesquisador conseguiu descobrir o real motivo que levou o grande guerreiro a óbito.
Quem ele era?
Alexandre Magno – o grande, foi filho do imperador Fellipe II da Macedônia, nasceu entre 20 e 30 de julho de 356 a .C, na região de Pella na Babilônia. Durante sua infância ele recebeu bastante influência da cultura grega, pois seu professor foi era um dos maiores filósofos que a humanidade já teve (Aristóteles).
Devido a sua educação, ele sempre apresentou vocação para governar, desta maneira seu pai lhe concedeu um cargo de confiança ao completar 16 anos de idade. A partir daquele momento, Alexandre iniciava a sua jornada. Ajudava o pai com as tarefas administrativas do império macedônico, mas parecia que o imperador estava prevendo um futuro próximo, pois quando o Grande estava prestes a completar seus 20 anos de idade, a sua vida mudou completamente. Seu pai foi assassinado e Alexandre assumindo o trono do império.
Alexandre Magno, o Grande. (foto:divulgação)
Antes da morte de seu pai, o mesmo havia conquistado algumas cidades da Grécia, mas foi somente sob o comando do filho que este domínio se ampliou sobre as cidades gregas. Até mesmo a poderosa cidade de Tebas foi dominada pelo grande imperador. A partir de então, Alexandre começa a ampliar o seu império por meio de acordos diplomáticos ou batalhas.
No ano de 333 a .C ele conquistou a Pérsia, utilizando um exército formado por trinta mil soldados muito bem preparados. Fez a transferência da corte, de Babilônia à Pérsia, para que pudesse comandar o seu império naquela região. Logo em seguida, Alexandre conquistou a Síria e também a Fenícia. Prosseguindo com suas conquistas, ele e os macedônicos dominaram a região de Gaza e o Egito, onde não precisou de guerra, apenas um acordo.
* Em contrapartida, Alexandre – o Grande deveria respeitar a cultura e dar liberdade de culto aos egípcios. Tudo por ali, foi tão amigável que ele fundou no Egito a importante cidade de Alexandria, uma das construções mais lindas do mundo, o Farol de Alexandria.
Durante uma longa viagem, onde o seu exercito já estava muito cansado, Alexandre decidiu voltar para casa para fazer o planejamento de seu próximo ataque, que seria na Arábia. Porém acabou contraindo uma febre (onde não se sabe o motivo da causa até hoje) que o levou a morte.
A Inglaterra é o território mais extenso e povoado do Reino Unido. Antigamente era habitado pelos povos celtas, porém foi colonizado pelos romanos por volta de 43 d.C. e já a princípios do século V seu povo começou as invasões, que só pararam muitos anos depois. Acompanhe abaixo, como tudo aconteceu.
História da Inglaterra
As origens da civilização inglesa está relacionado ao processo de formação do Império Romano do Ocidente, pois durante muito tempo a ilha da Bretanha ocupava uma posição fora do foco entre as províncias. Mas a situação disso tudo foi mudando com o fim da Antiguidade e a chegada dos saxões que invadiram o território para que o comércio se expandisse.
Porém, logo em seguida, os vikings também invadiram a ilha, impondo assim outra dominação que marcou o cenário britânico por volta da Baixa Idade Média. E lá nos meados do ano de 1066, sob a chefia do rei Guilherme, os normandos franceses acabaram conquistando a região fazendo com que a hegemonia saxônica no território chegasse ao fim. Com tudo isso, a Bretanha acabou sendo dividida em comandos que eram distribuídos por militares que haviam vencido os conflitos.
E tal divisão de terras acabou tendo um grande marco na história, pois ali, começava as primeiras instalações das práticas feudalistas que tomavam grande parte do território europeu. Entretanto, no século XII, a ascensão da dinastia Plantageneta acabou alterando o quadro político, contribuindo para a centralização política da Bretanha.
A presença dessas estruturas jurídicas permitiu que vários impostos fossem cobrados e existisse um exército regular. Contudo, na passagem dos séculos XII e XIII, o envolvimento do reis em guerras contra a França e a organização das Cruzadas, acabou criando uma certa insatisfação entre os nobres que acabaram sendo submetidos à cobrança de vários encargos.
Há muito tempo a Inglaterra foi uma potência econômica devido aos conflitos e conquistas. (foto:divulgação)
No 1215, houve uma revolta organizada entre os britânicos proprietários de terras que acabaram impondo com que o rei assinasse a carta Magna, determinando a criação de impostos mas que antes deveria ser aprovada por um conselho formados pelos integrantes do clero e da nobreza. Devido a isso, qualquer um pode chegar a conclusão de que os ingleses não chegaram a experimentar do regime político absolutista.
Prosseguindo com a história, por volta do século XVII, a Inglaterra experimentou uma revolução liberal que bania a interferência substanciosa do poder real. Devido tal revolução, a classe burguesa conseguiu o que queria, atingir as condições necessárias para dinamizar seu comércio. Porém os reflexos de todas essas ações só veio aparecer no século seguinte, quando a nação se encontrava em meio a Revolução Industrial.
E foi contando com tecnologia e apoio governamental que ela acabou se transformando em uma das mais influentes potências econômicas de toda a História. E lá pelo século XIX, com a expansão da economia capitalista que instigou os ingleses, a nação acabou promovendo a colonização de territórios espalhados pela África e pela Ásia. E por meio de tal expansão e pelo chamado neocolonialismo, os britânicos interferiram na vida política de diferentes regiões do planeta, somente para conseguir aumentar o seu mercado.
Porém, nem tudo foi sempre um mar de rosas para eles, tanto é que a consequência se deslocou na deflagração da Primeira e da Segunda Guerra Mundial, onde a Europa era o grande palco dos conflitos, o que por sua vez, fez com que a Inglaterra perdesse sua liderança econômica para os Estados Unidos, sua antiga colônia durante a Idade Moderna.
Cultura
Vamos começar falando de sua língua que nos dia de hoje é falada pelos quatro cantos do mundo. Devido a isso, podemos destacar aqui, grandes artistas, entre escritores, poetas, músicos e dramaturgos. Dando continuidade a genuinidade de bom mercadantes, na querida Londres, pode-se encontrar, diversos:
* Centros culturais, incluindo grandes galerias de arte, museus de renome, teatros, casas de ópera, de balé e de concertos.
Agora, fugindo um pouco do lógico e indo à cultura popular, pode ser encontrado por lá estilos variados de música, estilos de teatros tais como: pantomima e musicais. Festivais de jazz e apresentações de comediantes que atraem um vasto público e chama a atenção de quem está apenas passando pelo o local.
Costumes e artes culturais inglesas. (foto:divulgação)
Enfim, a bela Inglaterra é um do pólos mundiais de música pop, entretanto, há também sua rede de orquestras e companhias de óperas, conjuntos de jazz e com influencia de música asiática, africana caribenha, dentre outros. No mais, não dá para esquecer dos jogos tradicionais e preferidos da população que são Futebol e Rugby. Os ingleses também são bons apreciadores da cerveja. Os famosos Pub´s ( referente a um bar aqui no Brasil) é o ponto de encontro com os amigos. Não há um lugar melhor para uma boa conversa, apreciando a boa cerveja inglesa cor de cobre com sua espuma cremosa, acompanhado de uma boa música ao vivo.