Doença de Ménière: sintomas e tratamentos

A doença de Ménière corresponde a uma enfermidade crônica que provoca o aumento da pressão endolinfa, líquido existente no labirinto que fica dentro do ouvido. Esse processo causa o desequilíbrio da audição e vários outros sintomas, onde geralmente apenas um dos ouvidos é afetado.

Observação: essa doença e a labirintite costumam ser confundidas, mas essa pode ser apenas uma das causas da doença.

Quando as crises dessa enfermidade não são controladas, o indivíduo pode vir a perder a audição, processo que acontece de forma progressiva. Essa incapacitação costuma ser resolvida parcialmente com o uso de aparelhos auditivos em alguns casos.

Causas

Os motivos dessa doença ainda não são concretos, mas pesquisas afirmam que suas causas estão ligadas a algum tipo de doença, sendo as principais delas a diabetes, hipertensão, enxaqueca, infecções provocadas pelo vírus da herpes, reumatismo e o lúpus.

Sintomas

Doença de Ménière
Diagnóstico do ouvido.
(Foto: Divulgação)

Os sinais dessa doença costumam se dar com mais frequência durante as crises.

» Zumbidos no ouvido;
» Náuseas;
» Vômitos;
» Tonturas;
» Vertigens;
» Perda gradativa da audição;

Tratamento

O controle das causas e dos sintomas é a maneira mais utilizada pelos médicos para tratar a doença de Ménière. Quando esse procedimento não apresenta sinais positivos, processos cirúrgicos podem ser feitos, como a Descompressão do Saco Endolinfático.

Prevenção

A melhor forma de prevenir essa doença é controlar o aparecimento das suas causas.

Formas de transmissão da Sífilis

A sífilis ou o cancro duro é uma doença causada pela bactéria Treponema pallidum. Corresponde a uma enfermidade infecto-contagiosa que se manifesta de forma inicial através de uma ferida indolor  que costuma aparecer nas regiões genitais do homem e da mulher, desaparecendo sempre de forma espontânea.

Observação:  o desaparecimento da ferida não corresponde a cura, mas o agravamento da doença.

Os estágios da doença pode se manifestar de três formas: primária, secundária e terciária. Cada um desses grupos representa um grau de gravidade da sífilis. Quanto mais tempo demorar a constatação dessa enfermidade, mais força a bactéria adquire, causando várias lesões no organismo, se tornando de difícil cura.

Sintomas

Sífilis: causas, sintomas, transmissão, tratamento e prevenção.
Sintoma da sífilis feridas rosadas nas costas.
(Foto: Divulgação)

Normalmente os sinais começam a aparecer entre o 1° e o 13° após a contaminação.

» Ferida dura e indolor no local da infecção;
» Dor de garganta;
» Íngua;
» Perda do apetite;
» Emagrecimento;
» Dor de cabeça;
» Mal estar;

Atenção: na fase secundária e terciária, as feridas podem acometer outras partes do corpo, se manifestando na maioria dos casos em uma tonalidade rosa.

Meios de transmissão

A transmissão dessa doença pode acontecer por duas formas:

» Contato com as feridas (que acontecem com muita frequência em relações sexuais onde o casal não faz o uso de camisinha;
» De mãe para o filho durante a gravidez ou durante o parto.

Diagnóstico

A observação das feridas e exames de sangue são as formas iniciais do diagnóstico médico para a constatação da doença. Ambos procedimentos também são realizados no pré-natal.

Tratamento

O tratamento da sífilis se dá com o uso de medicamentos. O período desse ministramento será dado pelo ginecologista, obstetra ou urologista de acordo com a gravidade do caso do paciente e as suas condições físicas.

Aviso: quanto antes o tratamento for realizado, mais chances de cura terá. Não é indicado que contatos íntimos sejam realizados durante esse processo.

Prevenção

A melhor forma de evitar essa enfermidade é usar preservativos em todas as relações sexuais e diminuir a quantidade de parceiros.

Como funciona a quimioterapia e radioterapia

A quimioterapia e a radioterapia são duas das ferramentas que os médicos podem optar no tratamento de pessoas com câncer. São considerados como processos fortes, mas que possibilitam muitos resultados positivos em relação a cura dessa doença que agride com intensidade o organismo humano.

É dito como câncer um conjunto de mais de cem doenças que têm em comum o crescimento desordenado de células que invadem os tecidos e os órgãos do corpo. Esse processo pode se desenvolver e começar a se espalhar para outras partes do organismo, principalmente nos locais que se encontram próximos a área afetada pela enfermidade.

Os tumores ou as neoplasias malignas correspondem ao acúmulo de células cancerosas no organismo que ocasiona o câncer. Essa doença é considerada muito perigosa, podendo ser fatal ao indivíduo que a possui, por isso o tratamento se faz essencial para tentar eliminar ou ao menos conte-la.

Quimioterapia

Esse tratamento é realizado com medicamentos que destroem as células causadoras do tumor. Eles agem de maneira pluralizada no corpo, onde se misturam no sangue até serem transportados à todas as partes do organismo, causando a degeneração das células cancerosas.

Além disso, a quimioterapia ainda impede que o tumor se espalhe para outras partes do corpo. Suas sessões irão variar de frequência e intensidade de acordo com o tipo de câncer e as condições físicas do paciente.

Como funciona a quimioterapia e radioterapia?
Exemplo de quimioterapia.
(Foto: Divulgação)

Radioterapia

Nesse processo, o tratamento é feito com radiações que possibilitam a destruição das células cancerígenas impedindo que elas se proliferem pelo corpo. Na maioria dos pacientes é eficaz, pois possibilita o controle da doença e até mesmo a erradicação do tumor.

As aplicações  radioterápicas diminui o tamanho das neoplasias, fazendo com que os sintomas da doença sejam reduzidos de forma considerável. Suas sessões variam de acordo com a localização do câncer, o estado do paciente e os resultados dos exames obtidos pelo médico que está realizando o tratamento.

Como funciona a quimioterapia e radioterapia?
Exemplo de radioterapia.
(Foto: Divulgação)

Atenção

Ambos procedimentos afetam bastante o sistema imunológico do paciente, deixando-o fraco e com vários outros sintomas. Assim que o câncer for diagnosticado, converse com o seu médico e tire todas as dúvidas possíveis sobre os tratamentos que poderão ser realizados de acordo com o seu quadro clínico.

Miopia: causas, sintomas, tratamento e cura

A miopia corresponde a alguma patologia de refração do olho, que faz com que os enfermos não consigam focalizar a luz de forma correta, deixando a visão turva e com problemas de enxergar objetos que se encontram consideravelmente distantes.

Causas

Essa enfermidade acontece quando o comprimento físico do olho é maior do que o óptico, fazendo com que seja mais difícil focar a luz de forma direta na retina presente no globo ocular. Ela acomete homens e mulheres de várias idades, sendo mais propensa aos indivíduos que possuem pessoas com histórico de miopia na família.

Geralmente, os indivíduos acometidos por essa doença são bastante saudáveis, mas nos casos graves, alguns pacientes podem vir a desenvolver uma degeneração da retina.

Sintomas

Miopia: causas, sintomas, tratamento e cura.

» Dores de cabeça;
» Fadiga ocular;
» Dificuldade em enxergar de longe;
» Visão turva;
» Melhoramento da visão ao pressionar os olhos;
» Troca constante do óculos e do seu grau;
» Dificuldade de leitura;
» Luzes piscando;
» Pontos flutuantes.

Tratamento

Assim que a doença começar a manifestar os seus primeiros sinais, é essencial que a ajuda médica seja procurada. Ela costuma acometer os indivíduos em sua adolescência e ficar ainda mais grave a partir dos 20 anos de idade.

O caso deverá ser acompanhado por um bom oftalmologista que deverá receitar o uso de óculos ou lentes ao paciente, acompanhando o desenvolvimento do seu quadro com o passar do tempo. A cirurgia LASK e o laser excimer também pode ajudar nesse processo,  procedimentos que só poderão ser realizados com a indicação do profissional.

A miopia tem cura, mas para chegar à esse resultado, a doença tem que ser constatada em seu estágio inicial e ser tratada da melhor forma possível.

Prevenção

Não existem meios de prevenir a enfermidade, apenas de controla-la de acordo com as especificações médicas e o quadro do paciente.

Tipos de HPV de alto risco

O HPV se trata de uma doença sexualmente transmissível provocada pelo papiloma vírus, sendo que 40 dos seus tipos são responsáveis por infectar a região anogenital, fazendo com que verrugas se manifestem no órgão reprodutor do corpo, posterior ao contato sexual com um indivíduo infectado.

Essa é uma das DST’s que possui tratamento prolongado e de difícil cura. O período de incubação do vírus se dá entre 1 mês à 2 anos e mesmo  durante esse tempo os sintomas podem não aparecer, mas o indivíduo poderá contaminar outros sem o uso de preservativos.

Classificação de risco

Devido a quantidade de tipos de HPV existentes, especialistas classificaram os que possuem mais e menos riscos ao homem, sendo eles:

» Oncogênico de baixo risco: tipo 6, 11, 40, 42, 43, 44 e 55;

» Oncogênico de alto risco: tipo 16, 18, 31, 33, 35, 39, 45, 51, 52, 56, 58 e 59;

» Genótipos de provável oncogênico de alto risco: tipo 26, 53, 66, 67, 68, 70, 73 e 82

Obervação: entre os HPVs de alto risco oncogênico, os tipos 16 e 18 estão presentes em 70% dos casos de câncer do colo do útero; já os 6 e 11 correspondem a 90% dos condilomas genitais e papilomas laríngeos (não oncogênicos).

Sintomas

O principal sintoma dessa doença é o aparecimento das verrugas no órgão reprodutor que costumam se apresentar na parte externa e interna do organismo da mulher, como no colo do útero. Nos homens, essa enfermidade quase sempre é assintomática.

HPV de alto risco

Tratamento

 Quanto antes a doença for constatada, mais chances de cura ela terá e menos perigos ela irá provocar no organismo do enfermo. O seu tratamento é realizado com o uso de pomadas e soluções aplicadas pelo médico e paciente. Em casos mais graves, alguns processos cirúrgicos serão necessários para realizar a cauterização da área afetada.

O tratamento em quase todos os casos é demorado, mas é a única maneira de tentar conter a doença e prevenir o risco de câncer nas mulheres e nos homens.

Observação: as consultas ginecológicas e urológicas são essenciais a cada seis meses, mesmo que nenhuma alteração na área íntima seja constatada, pois ambos procedimentos podem ajudar muito a prevenir e conter de forma rápida as DST’s.

Apendicite aguda: causas e tratamento conservador

O apêndice é uma bolsa que se localiza logo no início do intestino grosso. Quando ela inflama, é provocada a apendicite. Essa é uma das maiores causas de cirurgia abdominal, mas novos procedimentos vem sendo realizados para o tratamento dessa enfermidade, como o conservador.

As principais causas da inflamação desse pequeno órgão, são o acúmulo de objetos estranhos, fezes e tumores (em casos raros). As dores abdominais são os principais sintomas dessa patologia, outros sinais que poderão se manifestar são:

Apendicite aguda: causas e tratamento conservador

» Perda de apetite;
» Vômitos;
» Tremores;
» Calafrios;
» Náuseas;
» Diarreia;
» Constipação;
» Febre;
» Dor na parte direita do baixo abdômen;

Tratamento

O tratamento conservador da apendicite aguda é realizado através de uma apendicectomia, onde antibióticos são ministrados durante o pré-operatório e continuou no pós-operatório de acordo com as necessidades que o paciente apresentar.

A maioria das pessoas que já passaram por esse procedimento não necessitaram realizar o processo cirúrgico da doença, mas é importante ficar atento.

Aviso: assim que os sintomas começarem a surgir, procure ajuda médica rapidamente, pois quanto antes o tratamento for iniciado, menos lesões serão causados ao organismo do indivíduo. Lembre-se que o apêndice inflamado quando se rompe, pode provocar infecções nos outros órgãos, podendo levar o paciente a óbito.