Instrumentos usados na capoeira angola e regional

A arte de se envolver com o som da música e golpes.

Uma das artes que também pode ser considerado esporte, de origem brasileira e muito apreciado, é a capoeira. Trata de uma expressão cultural. Com essa mistura de arte marcial e música, a capoeira é também o cartão de identidade do Brasil no exterior.

A capoeira foi desenvolvida no Brasil pelos descendentes de escravos africanos, onde tem como característica principal os golpes, movimentos ágeis e complexos. Como se fizesse parte de um ritual, os golpes são iniciados com chutes e rasteiras ao ar. O lutador ou jogador ginga contra o oponente flexionando os joelhos para frente e para trás enquanto os braços executam o mesmo movimento. A roda é formada e cada capoeirista ministra seu instrumento enquanto canta. Aqueles que não tocam nenhum instrumento, acompanha o grupo no cântico e na batida rítmica das palmas.

O que diferencia a capoeira de outras lutas, é que os alunos não aprendem apenas a lutar ou jogar ( como se denomina em outras regiões). Aprendem a tocar instrumentos e cantar enquanto o duelo acontece. No tanto que, para ser um capoeirista, o individuo tem que aprender de tudo, desde o berimbau até a luta ou jogo. Enfim, outras expressões culturais que estão associadas a capoeira são o maculelê e o samba de roda,  apesar de terem significados e origens diferentes.

A arte de se envolver com  o som da música e golpes.
Créditos da Foto: http://www.routard.com/photos/bresil/14414-capoeira.htm

Instrumentos Musicais

Enquanto a luta ocorre, os outros capoeiristas catam e tocam os seguintes instrumentos:

. Berimbau –  Instrumento entrou na capoeira através dos escravos vindos da África.

. Pandeiros – O instrumento de origem árabe é feito de couro.

. Agogô ou Gã – Trata-se de um instrumento musical oriundo da África. Agogô ou Gã é composto de 2 ou até 4 campânulas de ferro ou 2 cones ocos e sem base, de tamanhos diferentes, folhas de flandres ligados entre si pelas vértices. É tocado com uma baqueta de madeira.

. Reco-reco, dikanza, raspador, caracaxá ou querequexé – O instrumento pode ser encontrado em  dois tipos. Sendo o primeiro em aço, o mais utilizado no Brasil e o outro de madeira, mais comum Angola.

. Atabaque – É um tambor cilíndrico ou cônico que possui uma das bocas coberta por couro de boi. O instrumento de origem árabe pode ser tocado com as mãos ou com duas baquetas.

. Berra-boi – Trata-se de um instrumento de designação folclórica muito comum no nordeste onde foi inserida nas rodas de capoeira.

. Viola – Instrumento de corda que ajuda a identificar o toque.

Como foi inventado a pipoca

Cuidado com excesso de óleo.

Há poucas evidências sobre a invenção da pipoca e entre elas está uma tribo indígena no continente americano que, por volta de 1492, pouco antes de Cristóvão Colombo descobrir a América, inventaram a iguaria. Mas também há outras fontes que você certamente caro leitor, deve estar curioso para saber. Antes, vamos saber como estes indígenas transformavam milho em pipoca. Por tanto, não há uma fonte concreta que comprove a invenção da iguaria.

Imagine você no sofá de sua sala rodeado de amigos ou pegando aquele cineminha com a namorada. Com certeza que em um destes momentos você não tem  ideia sobre a origem do milho de pipoca, desse alimento que caiu no gosto de várias pessoas ao redor do mundo. Pois bem, esta tribo indígena nativa da América preparava a pipoca de uma maneira peculiar. Espetavam a espiga do milho e deixava sob o fogo na fogueira, em instantes as espigas espocavam. Com certeza não era uma técnica muito boa, não é verdade? Mas ainda bem que atualmente há métodos bem sofisticados como a panela e o microondas.

Mas também uma outra maneira de fazer pipoca. Os indígenas colocavam os grãos de milho de pipoca em uma panela de barro com areia quente e com o calor da areia o milho estourava. Os historiadores ainda relatam que os Astecas ( grupo étnico que vivia na região central do México atual) também utilizavam a pipoca para realizar rituais sagrados em oferenda aos deuses.

Enfim, a pipoca se tornou conhecida por outros povos e hoje é famosa no mundo inteiro. Sendo consumida a qualquer hora do dia por qualquer pessoa.  Agora, mudando de assunto, que tal aprender o modo correto de fazer a pipoca na panela? Gostou da ideia? Acompanhe a receita abaixo.

Cuidado com excesso de óleo.
Prepare você mesmo a pipoca.
Foto Divulgação

 Pipoca na panela

. 01 xícara de milho para pipoca;

. 04 colheres de óleo;

. Sal;

Modo de Preparo

Comece na escolha do milho. E se não sabe qual escolher é simples, dê preferência aos grãos “Premium”. Não são muito caros, os milhos quando estouram ficam graúdos e macios. Agora escolha agora a panela, não precisa ser precisamente a pipoqueira, mas uma fina e alta, como aquela que você costuma fazer macarrão.

Na panela coloque o milho e logo em seguida o óleo. Em fogo alto aguarde de dois à quatro minutos no máximo, para que o milho comece estourar. Assim que os milhos pararem de espocar, está pronto. A porção pode ser servida para 3 pessoas. E se você gosta de tempero, basta adicionar no momento em que colocar o milho na panela. Agora é se deliciar!

Processo do desenvolvimento cognitivo

Ele vai se evoluindo conforme a idade.

O processo cognitivo é o ato de interpretar a si mesmo através da percepção, atenção, memória, raciocínio, juízo, imaginação, linguagem, capacidade de resoluções, pensamento e outras denominações sobre o mundo ao seu redor. Essa teoria foi impulsionada pelo suíço Jean Piaget (1896 – 1980). O psicólogo  classifica o desenvolvimento cognitivo em quatro etapas ou estágios, no qual comprovam que os seres humanos passam por uma série de mudanças previsíveis e ordenadas, fazendo com que todos vivenciem cada período desse processo.

 O conceito de cognitivo nos remete ao desenvolvimento que se inicia na infância e acompanha o individuo até a velhice. Tal processo está relacionado a aprendizagem. Podemos afirmar que, cada fase da vida de um individuo, há uma nova etapa em que o mesmo irá absorver aquilo que foi ensinado e colocar em prática.

Ele vai se evoluindo conforme a idade.
A teoria do processo cognitivo foi impulsionado por Jean Piaget.
(Foto:Divulgação)
(Créditos: http://www.vanessaebeling.com.br/?p=513)

O estágios ou períodos abordados por Piaget são:

1.  Sensorial-motor (0 – 2 anos). Nesse período o bebê ainda possui comportamentos inatos e com o passar dos dias ele vai adquirindo a interação com o   ambiente em que se encontra.

2. Pré-operações (2 – 7 anos). Ela é dividida em dois períodos sendo o primeiro dá Inteligência Simbólica, ocorre entre os 2 à 4  anos. Este período é   quando a criança começa a compreender as coisas como ela são. O segundo, período Intuitivo, acontece dos 4 aos 7 anos de idade. É quando a criança já consegue prever o que pode acontecer com ela.

3. Operações concretas (7 – 11 anos). Acontece quando o  individuo consegue consolidar as conservações de número, substância, volume e peso.  Também desenvolve noções de tempo, espaço, velocidade, ordem, casualidade. Neste período a criança acaba organizando o mundo de maneira lúdica e operatória.

4. Operações formais (11 – 15 anos). Ocorre quando as estruturas cognitivas da criança alcançam um nível mais elevado de desenvolvimento fazendo  com que elas estejam aptas a aplicar o raciocínio lógico  e solucionar todas as classes de problemas.

Contudo, pesquisadores atuais ainda acham que apenas os estudos realizados por Piaget não são suficientes e por isso estão sempre buscando novas definições em relação ao processo do desenvolvimento cognitivo.

Evolução humana resumo

Evolução humana resumo

Antropogênese é o nome científico dado para a evolução humana ou do homem, processo que foi fundamentado através de estudos voltados à área linguística, primatológica, genética, antropológica física e arqueológica. Dentre tantas afirmações e controvérsias, durante anos de pesquisas, um dos estudiosos que mais obteve destaque para a composição dessa historização foi Charles Darwin.

Ele acreditava no ideal da seleção natural, onde destacava que os seres vivos sofriam modificações constantemente, podiam ser repassadas de geração para geração, afirmando que o homem e o macaco teriam um parente em comum que vivera há milhões de anos atrás, análise que provocou muita indignação, principalmente dentro das comunidades religiosas.

Essa teoria foi formada na segunda metade do século XIX, que foi comprovada cientificamente aos poucos, de acordo com os pesquisadores que iam encontrando esqueletos com particularidades intermediárias entre símios e seres humanos. Para descrever todo esse conceito, Darwin e seus parceiros estudiosos, dividiu a seleção natural nas seguintes etapas:

Evolução humana resumo
Evolução humana segundo teorias de Darwin.
(Créditos da foto: http://www.bvsalutz.coc.fiocruz.br/)

Primatas

Caracterizados como mamíferos de pequeno porte, os primatas são classificados como os macacos mais antigos, pois viveram há cerca de 70 milhões de anos atrás. Seu habitat natural eram as árvores das floresta, onde se alimentavam de olhas e insetos.

Hominoides

Essas espécies, viveram há aproximadamente 22 e 14 milhões de anos atrás. Descendentes do procônsul, tinham o tamanho de pequenos gorilas, era quadrúpedes, mas o kenyapiteco às vezes endireitava a sua estrutura corporal e se locomovia sobre as patas traseiras. Tinha como seu habitat natural, o tronco das árvores, mas também se locomovia no solo.

Hominídeos

Denominado como australopiteco afarense, esse primata viveu há cerca de 3 milhões de anos, sendo um pouco mais alto que o chimpanzé. Sua família inclui o gênero humano e o australopiteco. Tinha postura ereta, se locomovia sobre duas patas, utilizando seus braços para se pendurar nos galhos das árvores e as mãos para colher frutos e para a vencer outros animais.

Homo habilis

Essa espécie viveu por cerca de 2 à 1,4 milhões de anos atrás, sendo caracterizada como o primeiro hominídeo do gênero Homo. Seus primeiros vestígios foram encontrados na África. Pesquisas revelam que eles possuíam a capacidade de construir cabanas e fundamentar instrumentos básicos através da utilização de pedras. Estudos revelam que seja bem provável que os Homo habilis tenha desenvolvido uma linguagem rudimentar entre si para se comunicarem.

Homo erectus

É descrito como um dos descendentes do Homo habilis, tendo vivido há entre 6 milhões de anos e 150 mil anos atrás. Conseguia fabricar instrumentos mais complexos que as outras espécies, se cobria com a pele de outros animais, para aquecerem e protegerem seus corpos e descobriu a existência do fogo. Após sair da África, percorreu por toda a Europa, Oceania e Ásia, vivendo em grupos que usavam linguagens mais elaboradas para sua comunicação.

Homem de Neandertal

Viveu há aproximadamente 200 mil à 30 mil anos, sendo caracterizado como um ser muito habilidoso, devido a sua alta criação de armas e fazer abrigos construídos com os ossos dos animais que caçavam. Possuíam o ritual de enterrar os mortos dentro das cavernas, com objetos e flores. Estudos revelam que eles conviveram com os primeiros homens modernos, mas não sabem qual o fundamento que os fizeram ser extintos.

Homo sapiens

Surgiu entre 100 mil e 50 mil anos atrás e é caracterizado como o homem moderno. Essa espécie é considerada como um forte descendente do Homo erectus e é caracterizada como o homem atual, que após desenvolver esculturas, pinturas e variados instrumentos de pedra, osso e marfim, espalhou-se pelo mundo, território onde treinou suas habilidades, aprendendo novos tipos de cultura, formas de comunicação e vida.

Características dos peixes

Características dos peixes

Os peixes, em sua complexidade, são animais vertebrados de origem aquática e sangue frio ou ectotérmicos. Sua estrutura é formada por um corpo cuneiforme, com a presença de nadadeiras ou barbatanas que são sustentadas e estabelecidas por raios cartilaginosos ou ósseos, guelras ou brânquias, tendo a maior parte do seu organismo coberto por escamas.

Esses animais vivem no planeta há bilhões de anos, antes mesmo da existência da espécie humana. De acordo com pesquisas recentes, dados informam que existem mais de 280 mil espécies de peixes catalogadas em todo o mundo.

Classificação científica

  • Reino: Animalia.
  • Filo: Chordata.
  • Subfilo: Vertebrata.
  • Superclasse: Peixes.
  • (sem classif.) Craniata.

Classificação ecológica

  • Pelágicos;
  • Demersais;
  • Batipelágicos;
  • Mesopelágicos.

Grupos

Características dos peixes
Peixes marinhos nadando.
(Foto: Reprodução)

» Peixes cartilaginosos: apenas a cartilagem sustenta a estrutura corporal desses peixes, que são minoria dentre as inúmeras espécies desse animal. Exemplos: arraias e tubarões.

» Peixes ósseos: possuem sistema esquelético com a presença de ossos em toda sua estrutura, se fazendo presente em grande escala nos peixes. Exemplos: atum, bacalhau e sardinha.

Habitat

Os peixes podem ser encontrados em praticamente todos os ecossistemas aquáticos, tanto em água doce como em água salgada, salvo em alguns lagos hipersalinos, como o Grande Lago Salgado, nos EUA.

Muitas espécies são completamente inofensivas aos seres humanos, porém, outras podem vir a proporcionar grandes perigos, como os tubarões e os peixes-escorpiões.

Alimentação

O sistema digestório desses animais é constituído de boca, faringe, esôfago, estômago, intestino, glândulas anexas, fígado e pâncreas. Eles se subdividem em duas classes: herbívoros e carnívoros. Em zonas abissais, grande parte das espécies são classificadas como detritívoros, isso porque consomem apenas restos orgânicos.

Reprodução

A maneira de reprodução dos peixes se diferenciam pelo ripo de fecundação, veja:

» Peixes cartilaginosos: possuem fecundação interna, onde o macho introduz seus espermatozoides no corpo da fêmea e os óvulos são fecundados. O processo de desenvolvimento é classificado como direto.

» Peixes ósseos: possuem fecundação externa, onde o macho e a fêmea liberam seus gametas na água. Assim que a fecundação é realizada, é formado um zigoto. O Processo de desenvolvimento é classificado como indireto, com larvas denominadas de alevinos.

Repouso

Ao contrário dos demais animais, os peixes não dormem, apenas repousam entre um aparente estado de imobilidade. Seus olhos ficam sempre abertos, devido a não presença de pálpebras em seu globo ocular.

Migração

Os peixes podem vir a ter migrações diárias, mensais e até mesmo anuais, de acordo com as necessidades de reprodução e alimentação. Esse processo, costuma se classificar de acordo com a transição de ambientes, veja:

  • Diádromos: migram entre rios e mares;
  • Anádromos: espécies que vivem no mar, mas só se reproduzem em água doce;
  • Atádromos: espécies que vivem em rios, mas só se reproduzem em água salgada;
  • Anfídromos: migram da água doce para a salgada durante toda a sua vida devido as relações fisiológicas;
  • Potamódromos: espécies que migram apenas entre água doce;
  • Oceanódromos: espécies que migram apenas entre água marinha;

Extinção de espécies

Os principais motivos que vem ocasionando a extinção dos peixes são a pesca excessiva e a deterioração e destruição dos seus habitats.

Quem pode fazer o FIES

Procure saber o quanto ficaria o seu parcelamento.

O Fies- Fundo de Financiamento Estudantil é um programa do Ministério da Educação que financia o curso de estudantes matriculados em instituições privadas.

Como se inscrever

Para se inscrever é necessário realizar a inscrição por meio do Sistema Informatizado do FIES (SisFIES). O aluno deverá apresentar os dados pedidos pelo programa que, em primeira instância, será o CPF, data de nascimento, endereço de e-mail válido e por fim cadastrará uma senha que será utilizada sempre que ele acessar o sistema. Após informar os dados solicitados, o estudante receberá um e-mail em resposta obtendo a validação do cadastro.

Após concluir a inscrição no SisFIES, o estudante deverá validar as informações na Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento (CPSA) na instituição de ensino, com o prazo de 10 (dez) dias, sendo que os mesmos são contados a partir do dia posterior da conclusão da inscrição. No mais, a CPSA da instituição de ensino ficará responsável pela validação das informações prestadas pelo candidato no ato da inscrição.

Procure saber o quanto ficaria o seu parcelamento.
Faça a sua inscrição no FIES.
(Foto:Divulgação)

Contratação do financiamento

No ato da inscrição no SisFIES, o estudante escolherá a instituição bancária, assim como a agência de sua preferência para estar  realizando o financiamento. o processo de financiamento pode estar sendo realizado através da Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil,ambos são os atuais Agentes Financeiros do Programa.

Fases de pagamento do FIES

. Fase de utilização: No decorrer do curso, o estudante terá de pagar a cada três meses o valor máximo de R$ 50. Sendo que o mesmo será referente ao pagamento dos juros incidentes sobre o financiamento.

. Fase de carência: Após a conclusão do curso, o financiamento deverá os 18 meses de carência para recompor o orçamento inicial. Nesse período, o estudante terá de pagar, a cada três meses, o valor máximo de R$ 50 referente ao pagamento de juros incidentes sobre o financiamento.

. Fase de amortização: Encerrado o período de carência, o restante do saldo devedor do aluno será parcelado em até três vezes o período financiado do curso.